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12 Hábitos Saudáveis Pelo Mundo que Merecem ser Copiados

Cada país tem suas peculiaridades em relação ao resto do mundo. São os sotaques, a maneira de se vestir, a cultura e até os hábitos alimentares. E se alguns costumes podem parecer um tanto quanto estranhos para nós, outros podem nos ensinar coisas novas e servir de inspiração para a nossa vida, aqui mesmo no Brasil.

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Tendo isso em mente, hoje vamos conhecer alguns costumes saudáveis vindos de outros lugares do planeta que podem ser úteis e contribuirem para a nossa saúde e boa forma. Curioso para saber quais são eles? Então confira a lista a seguir:

1. Pare de comer antes de se sentir completamente satisfeito

O pessoal de Oquinava, uma província que fica localizada na região sul do Japão, pode se gabar de sua alta taxa de longevidade, que é uma das maiores do mundo. E um dos costumes desse povo é parar de comer quando já estão 80% saciados com o alimento.

Partindo do princípio de que o nosso cérebro demora um pouco para identificar que o corpo já comeu tudo o que precisava, diminuir o consumo em 20% provavelmente deixará o nosso organismo saciado e nos ajudará a evitar comer mais do que o necessário.

2. Preste atenção ao que come

Algumas dicas que podemos tirar dos gregos são comer devagar e escolher um ambiente agradável para fazer a refeição. Dessa maneira, nada de sentar em frente à TV ou ao computador para comer. O melhor é separar pelo menos 20 minutos para se alimentar, de preferência em casa e na companhia dos familiares, e conseguir realmente prestar atenção no que está fazendo.

Assim, é possível apreciar a comida e poder compartilhar um momento bacana, de comunhão ao lado dos familiares na mesa de jantar e evitar comer de maneira exagerada, algo que pode acontecer com facilidade quando as refeições são feitas em frente a uma grande distração como a televisão ou o computador.

3. Aproveite os prazeres alimentares com moderação

Privar-se daquele alimento saboroso que tanto dá prazer pelo resto da vida não é necessariamente a solução. Até porque o problema não está em comer um docinho ou uma guloseima uma vez por mês, por exemplo, mas sim em exagerar na quantidade.

Por que não fazer como os franceses, que não se proíbem de comer aquilo que gostam? Permita-se o prazer do sorvete ou do chocolate, mas faça isso de vez em quando e com moderação. Desse modo, você não se sentirá privado de alguma coisa e não correrá o risco de comer além da conta quando não aguentar mais ficar sem o alimento de que tanto gosta e acabar caindo na tentação de saboreá-lo.

4. Deixe o carro de lado e use a bicicleta

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Está certo que a vida dos ciclistas aqui no Brasil não é das mais fáceis, mas para quem mora em cidades menores, onde o trânsito é mais tranquilo, a sugestão tirada da cultura holandesa é andar mais de bicicleta como meio de transporte e deixar o carro de lado.

Na Holanda, 30% das viagens são realizadas através da bicicleta e apenas 10% da população do país sofre com a obesidade; não dá para ser uma mera coincidência, não é mesmo?

Isso sem contar que trocar o carro pela bicicleta, além de fazer bem para o meio ambiente também traz benefícios à saúde e boa forma como melhorar a respiração, tonificar os músculos das pernas e aumentar a imunidade.

5. Informe-se

Os europeus, especialmente os holandeses, são inflexíveis em relação a levar um estilo de vida mais natural e, por conta disso, as exigências que os produtores de alimentos têm que responder e as informações que devem oferecer nas embalagens das comidas são bem rigorosas.

A lição que podemos tirar disso é que se queremos manter uma alimentação saudável precisamos saber de onde as coisas que consumimos vêm e do que são compostas. E se todas as informações necessárias não estão disponíveis no rótulo de determinado produto, a saída é pedir mais dados sobre ele ou trocar por outro que ofereça maiores informações.

6. Coma em casa

O melhor jeito de controlar a qualidade da própria comida e saber exatamente o que está ingerindo é preparar as próprias refeições. Esse é um costume típico dos poloneses, que gastam somente 5% de seu orçamento em saídas para comer e são os maiores consumidores de vegetais produzidos na Europa.

7. Use mais tempero

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Alguns temperos e pimentas não somente adicionam sabor ao prato, como também oferecem benefícios à saúde e boa forma. Por exemplo, o açafrão-da-terra, utilizado na culinária da Malásia e da Índia, contém um composto que pode ajudar a queimar gordura de maneira mais rápida.

Além disso, as pimentas fazem com que seja necessário comer o alimento de uma forma mais devagar, o que nos ajuda a comer em menor quantidade.

8. Deixe a comida visualmente atrativa

Pode parecer besteira se importar tanto com a aparência quanto com o sabor dos alimentos, assim como os japoneses fazem, mas fato é que deixar os pratos mais coloridos contribui para uma maior variedade na refeição.

O que o pessoal no Japão faz é distribui alimentos de cores diferentes em pequenos pratos. Ao fazer isso, você provavelmente aumentará a diversidade de vegetais no seu prato – não vale encher os pratos com chocolates e balinhas coloridas – e comerá de um jeito mais saudável.

9. Comer menos carne

Por aqui, assim como nos Estados Unidos, é difícil fazer um prato de almoço ou jantar sem separar um belo espaço para a carne. Mas em outros lugares no mundo, o costume é diferente: são os vegetais que comandam a cena.

Então que tal, de vez em quando, diminuir um pouquinho o consumo de carne e ter uma alimentação mais balanceada, separando um espaço maior para os vegetais? Para tanto, siga a regrinha da proporção de 3:1, deixando a quantidade de vegetais três vezes maior que a de carne.

10. Junte a galera para se exercitar

Na região do Mediterrâneo, uma prática comum é juntar os familiares e/ou amigos e dar uma volta depois do jantar. Essa é uma forma de socializar, passar um tempo bacana com as pessoas próximas e praticar um pouco de exercício.

Que tal se inspirar e chamar os parentes para caminhar no parque após o almoço de domingo ou convidar os amigos para dar uma corrida depois de comer aquele lanchinho no shopping?

11. Descanse

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Em alguns casos a vida corrida não permite que a gente encontre tempo para dormir bem ou tirar uma sonequinha durante o dia. Mas os europeus já provaram que tirar uma sesta – um pequeno período reservado no meio do dia para dormir – faz bem.

Prova disso é uma pesquisa feita na Grécia que mostrou que adultos que tiram uma soneca três vezes por semana têm uma tendência 31% menor de desenvolverem problemas no coração.

Então, se não der para dormir no meio do dia, logo após o almoço, tente ao menos ter uma boa noite de descanso com oito horas de sono.

12. Coma em menores porções

No último tópico, nós falaremos de um exemplo que não deve ser seguido: o dos Estados Unidos. Por lá, as porções costumam ser maiores que em outros lugares no mundo, muito por conta da mania dos restaurantes fast-food. Por exemplo, na França uma refeição comum é 25% menor do que na terra de Barack Obama.

A sugestão que a gente deixa aqui é fazer as refeições em pratos e tigelas menores. Isso porque ao usar os maiores, você corre o risco de ter a impressão que precisa encher todo o conteúdo do recipiente e pode acabar comendo mais do que realmente precisa.

Quando for a um restaurante, peça as porções menores. E se a porção pequena ainda trouxer mais alimento do que você precisa para se sentir satisfeito, coma uma parte e peça para levar o resto para casa.

Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite - (no G+)

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Você já tem algum desses hábitos saudáveis listados acima que são comuns em outros cantos do mundo? De quem puxou esse costume? Comente abaixo!

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