O tai chi, prática disciplinar oriental e conhecida como uma das ‘meditações do momento’, foi considerado pela Universidade de Harvard “a atividade perfeita para se praticar pelo resto da vida”.
Independente de se estar em boa forma física, ter a saúde ideal ou ser de idade avançada, o tai chi tem potencial de reduzir a depressão, a ansiedade e o estresse, entre outros benefícios apontados pelo Congresso da Associação de Enfermagem Cardiovascular e Profissões Afins da Europa (ACNAP).
A prática é formada por movimentos lentos e concentrados, acompanhados de exercícios de respiração profunda. O segredo, segundo instrutores, é deixar que uma postura flua naturalmente para a próxima, sem pausas, para que o corpo permaneça em movimento constante.
Outra modalidade, o chi kung, também conhecido como qi gong, há milênios é considerado medicina preventiva, portanto, recomenda-se que seja praticado quando se está saudável para evitar doenças futuras. A prática, semelhante ao tai chi, consiste em uma série de exercícios físicos e respiratórios.
Segundo a Associação Cultural Chino Argentina, há ampla fundamentação científica e diversas pesquisas demonstrando que o qi gong tem efeitos positivos em várias áreas da saúde, como melhorar o sistema circulatório e respiração ao aumentar a ventilação pulmonar e alveolar; apoiar a função gastrocólica; regular e aprimorar as funções endócrinas de glândulas como hipófise, tireoide, ovários, testículos e suprarrenais; e contribuir com o sistema locomotor, reforçando os ossos e aumentando a elasticidade de músculos e tendões.