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- Um vídeo de Ana Gabrielly, de 10 anos, viralizou nas redes mostrando o resultado da harmonização de orelhas, procedimento não cirúrgico feito pela dentista Thalita Naves, em Uberlândia (MG).
- A técnica corrige o posicionamento da orelha com linhas de fibra de colágeno (PDO), sem cortes, dura cerca de uma hora e pode ser feita a partir dos 7 anos de idade.
- A recuperação envolve manter a área limpa e usar uma faixa ao dormir, mas especialistas apontam que o resultado é menos exato e menos duradouro do que o da cirurgia.
- A alternativa cirúrgica, chamada otoplastia, exige anestesia e recuperação mais longa, cerca de 30 dias com uso contínuo de faixa, com resultados visíveis após três meses, sendo indicada para casos mais graves.
- Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, entre 3% e 5% dos brasileiros têm orelhas proeminentes, influenciadas pela elasticidade da cartilagem, espessura da pele e estrutura óssea.
A busca por soluções estéticas para orelhas proeminentes, comumente chamadas de “orelha de abano”, tem se popularizado no Brasil. Recentemente, um vídeo emocionante de Ana Gabrielly, de 10 anos, circulou pelas redes, mostrando a jovem após ter passado por uma harmonização de orelhas. O destaque aqui? O método adotado não era cirúrgico.

Realizada pela dentista e estudante de medicina Thalita Naves em Uberlândia, Minas Gerais, a harmonização das orelhas trouxe alegria e confiança para a pequena paciente. Naves compartilha que entende a sensação, pois já teve “orelha de abano” e sabe o que as pessoas sentem devido a isso. Poder proporcionar mudança e autoestima ainda na infância é algo que a preenche de gratidão. De acordo com Naves, o processo pode ser feito a partir dos 7 anos de idade.
Como é realizado o procedimento?
A harmonização de orelhas se diferencia por ser minimamente invasiva, corrigindo o posicionamento da orelha utilizando linhas de fibra de colágeno (PDO), sem cortes. O procedimento é rápido, aproximadamente uma hora, e a recuperação envolve manter a área limpa, usar uma faixa ao dormir e evitar contato intenso.
No entanto, especialistas afirmam que, apesar de ser uma alternativa mais ágil que a otoplastia (cirurgia para correções estéticas nas orelhas), pode ser menos exata e oferecer resultados com menor durabilidade em comparação à cirurgia.

Otoplastia, o que é?
A otoplastia, por sua vez, é uma cirurgia feita no mesmo local com o objetivo de corrigir orelhas proeminentes. Apesar de necessitar de anestesia e ter um período de recuperação mais prolongado, ela é sugerida como a melhor alternativa para orelhas muito grandes ou quando há anomalias.
A recuperação dessa cirurgia requer atenção especial por cerca de 30 dias, com o uso de uma faixa contínua na cabeça, e os resultados costumam ser visíveis após três meses.
Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) indicam que entre 3 a 5% dos brasileiros possuem orelhas proeminentes. As características dessas orelhas podem ser influenciadas por vários fatores, como elasticidade da cartilagem, espessura da pele e estrutura óssea da área.
Em um mundo onde a estética ganha cada vez mais espaço, é essencial conhecer as opções disponíveis e pesquisar qual delas se adequa melhor às necessidades individuais.
E, independente da escolha, o que permanece é a importância da autoestima e do bem-estar. Seja pela harmonização das orelhas ou pela otoplastia, o que importa é sentir-se bem consigo mesmo.