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- O professor de inglês Vinícius Zacchia, 29 anos, contraiu uma superbactéria após se cortar com uma máquina ao depilar a região íntima.
- Os sintomas começaram três dias depois do corte, com dor incômoda na região, e ele foi inicialmente diagnosticado com hemorroidas em um primeiro atendimento hospitalar.
- Com a piora do quadro, incluindo febre alta, calafrios, mal-estar e dificuldade para andar, os médicos suspeitaram de gangrena de Fournier e realizaram uma cirurgia de urgência para retirar a secreção do local.
- O diagnóstico final foi infecção por MRSA, uma bactéria resistente a antibióticos, que evoluiu para a gangrena de Fournier e exigiu duas internações somando mais de três semanas.
- Após o ocorrido, Vinícius passou a evitar o uso de materiais cortantes diretamente na pele.
O professor de inglês Vinícius Zacchia, 29 anos, contraiu uma superbactéria após se cortar enquanto depilava a região íntima com uma máquina.

Os sintomas da infecção se iniciaram três dias após a depilação. “Na verdade, eu nem sabia que tinha me cortado. Tudo começou com uma dor leve, meio incômoda, numa região onde eu jamais imaginaria que algo grave pudesse acontecer”, contou em vídeo publicado na sua conta do TikTok.
Ao notar o incômodo na região onde havia depilado, Vinícius procurou um hospital. O professor foi diagnosticado com hemorroidas e começou o tratamento com medicação. No entanto, houve uma piora no quadro.
Em três dias, Vinícius começou a ter sintomas ainda mais fortes, como febre alta, calafrios, mal-estar, dificuldade para andar e uma dor muito intensa. De volta ao hospital, os médicos suspeitaram que se tratava de gangrena de Fournier, um tipo de doença que causa necrose e pode ser fatal.
Com a suspeita, foi realizada uma cirurgia de abscesso às pressas, para que fosse retirada a secreção presente no local do corte. Na sequência, os médicos chegaram ao diagnóstico: Vinícius havia sido infectado por uma bactéria MRSA, considerada uma superbactéria por sua resistência a antibióticos. Ademais, houve uma complicação com a bactéria que resultou em uma gangrena de Fournier.
“Fiquei 8 dias internado na primeira vez e depois precisei ser internado novamente por mais 15 dias. Ao todo, foram mais de três semanas de internação”, recordou.
De volta á rotina, Vinícius afirmou que não utiliza mais materiais cortantes diretamente na pele. “Aprendi, da forma mais dura possível, que a bactéria poderia ter entrado em qualquer microcorte, em qualquer parte do corpo. No meu caso, para minha infelicidade, acabou sendo em uma região delicada, o que deixou tudo ainda mais complicado”, concluiu.
