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- Vera Viel, de 49 anos, começou a radioterapia e já relatou os primeiros efeitos colaterais do tratamento.
- A modelo foi diagnosticada com sarcoma sinovial, um tipo raro e maligno de câncer, e passou por uma cirurgia de 6 horas para retirar o tumor da perna esquerda.
- Ela contou sentir fadiga, cansaço e ressecamento na pele da região tratada, e reforçou a importância de hidratar bem a área.
- Vera relembrou que o câncer já atingiu sua família antes: o pai morreu de câncer de intestino há 16 anos e a mãe foi curada de câncer no reto um ano depois.
- O tratamento inclui 30 sessões de radioterapia, e a modelo tem compartilhado a rotina e a cicatriz da cirurgia com os seguidores.
Após iniciar as sessões de radioterapia, Vera Viel, 49 anos, lista os primeiros efeitos colaterais do tratamento. Em outubro, a modelo foi diagnosticada com um tumor raro e maligno.

A esposa de Rodrigo Faro encontrou um tumor na perna esquerda após sofrer uma lesão no muay thai.
Em sua primeira semana de radioterapia, Viel já começou a sentir alguns efeitos dos medicamentos: “A radioterapia não tem tantos efeitos colaterais quanto a quimioterapia, mas mesmo assim tem algumas coisas que acontecem que já comecei a sentir ontem, como fadiga, cansaço e principalmente a pele”, contou a seus seguidores do Instagram.
“Tem que cuidar muito da pele, passar muito hidratante, porque a pele começa a ficar mais seca e mais vermelhinha no local. A minha ainda não está, mas sei que vai começar a ficar. Então, precisa cuidar muito, porque é como se você tivesse tomado sol sem protetor solar bem na região onde é feita a radiação”, explicou a modelo, por fim.
Ao retornar para casa, a modelo mostrou como está a cicatriz da cirurgia.

Vera Viel começou a radioterapia na última segunda-feira (11) e, ao todo, fará 30 sessões do tratamento. A famosa foi diagnosticada com sarcoma sinovial, um tipo raro de câncer, e passou por uma cirurgia de 6 horas parar retirar o tumor da perna esquerda.
Ela precisou fazer a cirurgia nas duas pernas, já que realizou o enxerto de uma veia. “Porque o tumor estava envolvido nas veias”, justificou, em outra ocasião.
“Muitas pessoas sentem vergonha ou constrangimento de exibir suas cicatrizes, mas essas marcas são parte de nossa história e identidade. Mostrar uma cicatriz pode ser um ato de coragem. É uma forma uma forma aceitar e de celebrar a jornada da cura”, refletiu.
Doença já preexistente na família
Antes de ir para mais uma sessão do tratamento, Vera Viel refletiu sobre a preexistência do câncer em sua família. Há 16 anos, ela perdeu o pai pela doença que atingiu o intestino e sua mãe foi curada um ano depois.
“Hoje a caminho da radioterapia eu estou aqui pensando que eu perdi meu pai para um câncer de intestino e minha mãe, um ano depois da morte dele há 16 anos atrás, foi curada de um câncer no reto. Hoje estou em tratamento por causa de um sarcoma… Só Deus pra nos dar força e coragem”, escreveu nos Stories do Instagram.
