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- Um austríaco, que fumou um maço de cigarros por dia durante 30 anos, desenvolveu pelos crescendo no fundo da garganta, uma complicação rara ligada ao tabagismo.
- O problema apareceu em 2007, quando ele procurou ajuda médica por rouquidão, dificuldade para respirar e tosse crônica; ele havia começado a fumar em 1990, aos 20 anos.
- Um exame com uma pequena câmera pelas vias respiratórias revelou vários fios de cabelo crescendo em uma área da garganta onde ele já havia sido operado antes.
- Os médicos removeram os pelos, mas eles voltavam a crescer, obrigando o paciente a retornar ao hospital com os mesmos sintomas durante 14 anos.
- A condição só foi resolvida quando ele parou de fumar aos 52 anos e os médicos queimaram as células ciliadas da garganta para impedir que os pelos voltassem.
Um homem, que não teve o nome divulgado, desenvolveu pelos no fundo da garganta possivelmente devido a complicações do tabagismo. O austríaco passou 30 anos de sua vida fumando um maço de cigarro por dia.

O problema começou em 2007, quando ele procurou ajuda médica devido à rouquidão na voz, dificuldade para respirar e tosse crônica. Aos médicos, o homem contou que começou a fumar em 1990, aos 20 anos. Ele já havia relatado um caso de tosse em que surgiu um fio de cabelo.
Os médicos, por sua vez, decidiram inserir uma pequena câmera por meio das vias respiratórias do homem e encontraram diversos fios de cabelo crescendo em uma área da garganta, na qual ele já havia passado por uma cirurgia anteriormente.
A equipe médica removeu os pelos, mas eles continuaram a crescer. Por isso, o austríaco precisou retornar ao hospital durante 14 anos, com os mesmos sintomas.
A condição só foi finalmente resolvida quando o homem parou de fumar, aos 52 anos. Os médicos, então, queimaram as células ciliadas de sua garganta, para impedir que os pelos voltassem a crescer.
“Nós levantamos a hipótese de que o início do crescimento do cabelo foi desencadeado pelo tabagismo do paciente. (Isso) Pode ter induzido e estimulado o crescimento de pelos endotraqueais. (Mas,) É claro, esta suposição não pode ser provada devido à raridade de tais casos”, escreveram os médicos que cuidaram do homem.
