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- Um estudo com quase 1.500 pessoas acima de 60 anos, acompanhadas por uma década, associou uma dieta muito calórica e rica em gorduras a maior propensão à demência.
- Nenhum participante tinha problemas cognitivos no início da pesquisa, o que permitiu observar o desenvolvimento da condição ao longo do tempo.
- Quem seguia um cardápio muito calórico e rico em gordura saturada, como carne vermelha, manteiga e ultraprocessados, teve 84% mais chances de desenvolver demência do que quem seguia uma dieta anti-inflamatória, com muitos vegetais e peixes.
- A dieta anti-inflamatória é descrita como baseada em alimentos in natura, de origem vegetal, ricos em fibras e vitaminas, além de proteínas magras e frescas, com pouco açúcar.
- Já a dieta considerada inflamatória é marcada pelo alto consumo de ultraprocessados e açúcar, sem atenção à procedência dos alimentos.
Um estudo com quase 1.500 pessoas acima de 60 anos descobriu que quem mantém um padrão de dieta muito calórica e rica em gorduras têm maior propensão à demência.

Os cientistas avaliaram os voluntários ao longo de uma década. No início da análise, nenhum dos participantes tinha problemas cognitivos. Foi descoberto que os indivíduos com cardápio muito calórico e rico em gordura saturada, como a da carne vermelha, manteiga e comida ultraprocessada, apresentaram 84% mais chances de desenvolver demência comparados aos que seguiam uma dieta de perfil anti-inflamatório, com muitos vegetais e peixes.
Quais são os alimentos anti e pró-inflamatórias
Uma dieta anti-inflamatória contém alimentos in natura; de origem vegetal, com fibras e vitaminas; proteínas magras e frescas, como pescados; pouco açúcar e maior variedade no prato.
Já uma dieta considerada inflamatória é rica em ultraprocessados, muito açúcar e a pessoa não costuma se importa com a procedência dos alimentos.
