Mulher vive com condição facial rara, considerada “uma em um milhão”

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  • Chelsea Langerud, 22 anos, convive com a síndrome óculo-facio-cardio-dental (OFCD), condição rara que afeta cerca de uma pessoa em um milhão e foi diagnosticada quando ela tinha nove anos.
  • Ainda bebê, ela passou por cirurgia de catarata bilateral; a operação não deu certo no olho direito, que perdeu a visão, e no esquerdo foi preciso remover a lente cristalina, por isso ela usa lente de contato especial.
  • A síndrome também afeta a boca: Chelsea teve dificuldade para perder os dentes de leite quando criança, precisou de extrações no dentista e usou aparelho para alinhar a arcada dentária, além de passar por 19 cirurgias nos olhos ao longo da vida.
  • A condição só foi diagnosticada em 2011, e hoje Chelsea usa as redes sociais para conscientizar sobre a síndrome, contando que escondeu sua história por anos na tentativa de se encaixar em padrões sociais.
  • Segundo pesquisas citadas na matéria, a causa é genética, ocorre especialmente em mulheres e costuma dar os primeiros sinais ainda em bebês e crianças.

Chelsea Langerud, 22 anos, convive com a rara síndrome óculo-facio-cardio-dental (OFCD), que acomete uma pessoa em um milhão. A jovem foi diagnosticada aos nove anos de idade.

Chelsea Langerud
Reprodução: Instagram

Com semanas de vida, ela precisou passar por um procedimento cirúrgico devido a uma catarata bilateral (que é quando a condição ocorre em ambos os olhos). A operação não foi bem-sucedida do lado direito e Chelsea perdeu a visão deste lado.

Já o esquerdo precisou ter sua lente cristalina removida, por isso, ela utiliza uma lente de contato especial. 

Ao longo dos seus 22 anos, Chelsea enfrentou diversas outras cirurgias, 19 delas nos olhos. A condição também afeta a boca da jovem: por exemplo, ela teve dificuldades na perda dos dentes de leite quando criança. Langerud fazia as extrações no dentista e utilizou aparelho para alinhar a arcada dentária.

Chelsea Langerud
Reprodução: Redes Sociais

A síndrome, entretanto, só foi descoberta na vida de Chelsea em 2011. Atualmente, a moça utiliza as redes sociais para conscientizar sobre a condição. “Eu escondi minha história por anos na esperança de me misturar com a multidão enquanto me conformava com normas sociais que me cercavam durante meu crescimento”, escreveu ela em um post recente.

“O que eu não percebi antes, mas que percebo agora é que não tenho absolutamente nada para esconder, e eu estou livre para estar em meio à sociedade”, acrescentou.

A causa da síndrome é genética e ocorre especialmente em mulheres. Ela costuma dar seus primeiros sinais em bebês e crianças, segundo pesquisas voltadas para o tema. “Minha condição me faz linda, me faz forte e me faz corajosa”, declarou a estudante de design gráfico em outra publicação.

Você já tinha ouvido falar na síndrome óculo-facio-cardio-dental? Conhece alguém com uma condição parecida? Comente abaixo!

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