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- O artigo mostra o antes e depois de Emma Louise, blogueira britânica que compartilhou no Instagram fotos mostrando que, mesmo sem o peso cair na balança, seu corpo mudou para melhor.
- Em 2015, com 47 kg, Emma relatava comer pouco e treinar demais sem ver resultados, sentindo que nunca fazia o suficiente.
- Desde então ela ganhou cerca de 10 kg e diz se sentir mais forte, confiante e feliz, defendendo que o número na balança não define se algo é bom ou ruim.
- Segundo Emma, a boa forma é diferente para cada pessoa; seu mantra é comer bem, se exercitar e também se permitir prazeres como pizza e chocolate, com moderação e sem privação.
Se você notou que o peso na balança não está caindo, ou se você está treinando tão forte que notou que a balança está indo na direção contrária à que você esperava, então olhe para o incrível antes e depois de Emma Louise na foto que postou em seu Instagram.
Às vezes, uma mudança saudável não significa quilos perdidos. A blogueiro britânica descreveu seu corpo e seu estado em 2015, dizendo: “Eu comia pouco, treinava demais, e realmente não via resultados”.
Com 47 kg, Emma era dura consigo mesma. Ela disse na legenda da foto: “Eu nunca pensava que tinha feito tudo certo porque ‘eu não estava treinando direito… ou contando calorias… ou comendo bem o suficiente’.”
Desde aquela época, ela ganhou aproximadamente 10 kg, e está mais feliz do que nunca. Prova de que o número na balança não é bom ou ruim; É apenas um número.
Hoje, tendo o maior peso de sua vida, ela se sente forte, com uma aparência incrível, e exala confiança.
“A boa forma parece diferente para cada um,” ela diz. Emma come mais agora e disse que esta transformação foi “muito além da forma física.” Ela agora come alimentos que ama e diz “você só precisa comer couve se você realmente gosta.”
Segundo o blog de Emma, seu mantra pessoal é algo que podemos bem seguir: “Coma bem, faça exercícios e alimente seu corpo, mas também alimente sua alma, coma pizza, coma chocolate, coma nachos e coma a comida que te faz feliz. Moderação, e não privação.”
