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- A cantora Solange Almeida, de 49 anos, contou que viveu um vício em cigarro eletrônico por cerca de oito a nove meses, período que trouxe consequências para a sua saúde.
- Ela relatou ter começado a usar o dispositivo durante a pandemia, acreditando erroneamente que era seguro por ser à base de água e sem nicotina.
- Com o tempo, passou a sentir dificuldades respiratórias e mudanças na voz, mas só parou de vez após a filha mostrar a notícia de uma jovem internada por causa do uso do dispositivo.
- Solange foi diagnosticada com lesões nas cordas vocais e nos pulmões e hoje faz tratamento vocal com uma fonoaudióloga.
- Ela também enfrentou crises de ansiedade, pânico e depressão ligadas ao vício e buscou tratamento para essas condições.
A cantora Solange Almeida, de 49 anos, compartilhou sua experiência com o vício em cigarros eletrônicos, que durou entre oito e nove meses, e os impactos negativos que teve em sua saúde.
Em entrevistas, ela revelou que descobriu os cigarros eletrônicos durante a pandemia de coronavírus, acreditando erroneamente que eram seguros por serem supostamente à base de água e sem nicotina.

Inicialmente, Solange ficou intrigada com a variedade de sabores disponíveis e começou a carregar esses dispositivos consigo, inclusive dentro de sua bolsa e no carro. No entanto, com o tempo, começou a perceber dificuldades respiratórias e mudanças em sua voz. Foi somente quando sua filha mostrou uma notícia sobre uma jovem internada devido ao uso desses dispositivos que Solange decidiu parar.

Após uma avaliação profunda, foi diagnosticada com lesões nas cordas vocais e nos pulmões. Atualmente, ela está passando por tratamento vocal com uma fonoaudióloga para lidar com as consequências do vício em cigarros eletrônicos. Durante esse processo, Solange também enfrentou crises de ansiedade, pânico e depressão, resultantes do vício, e procurou tratamento para essas condições.