Diabetes Infantil – Sintomas, Causas, Valor de Referência, Alimentação e Dicas

O número de diagnósticos de diabetes cresceu significativamente nos últimos anos, inclusive entre as crianças. No entanto, o mais alarmante é que muitas delas são portadoras de diabetes tipo 2, que é mais comum entre os adultos e causada principalmente pela obesidade.

Diante desse cenário, conhecer os sintomas iniciais de diabetes infantil, assim como as principais causas, pode ajudar a traçar um diagnóstico precoce e iniciar o tratamento necessário, assim como as mudanças no estilo de vida e alimentação para permitir o gerenciamento da doença e evitar o desenvolvimento de problemas graves para a saúde.

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Diabetes infantil – O que é?

Quando nos alimentamos o corpo converte os carboidratos em glicose (açúcar) e esse processo faz com que o pâncreas libere um hormônio chamado insulina. Ela é uma espécie de condutor, que ajuda a glicose a entrar nas células do sangue para gerar energia para o cérebro, músculos e tecidos.

Quando o organismo não produz insulina suficiente, ou não faz isso de forma eficaz, o corpo pode sofrer com irregularidades na absorção dos níveis de açúcar no sangue e esse distúrbio é conhecido como diabetes. Ela costuma ser classificada como 1 e 2, conforme você verá a seguir:

  • Diabetes tipo 1: A diabetes infantil tipo 1 é comumente conhecida como diabetes juvenil, justamente porque afeta muitas pessoas jovens. Ela ocorre quando o pâncreas é incapaz de produzir a insulina e a falta do hormônio impede que os níveis de açúcar circulem para os órgãos, o que provoca um acúmulo e aumenta os níveis no sangue.
  • Diabetes tipo 2: Embora seja menos comum, o tipo 2 pode ser diagnosticado em crianças pequenas. A diabetes na adolescência também é possível, e costuma ser o resultado do funcionamento inadequado na insulina. Aqui, o corpo pode produzir o hormônio, mas em uma quantidade reduzida ou pode ser resistente a ele. O fato é que em ambas as situações causam o acúmulo de açúcar na corrente sanguínea.

Principais sintomas

Os sintomas de diabetes pode variar entre os tipos, mas a maioria apresenta sinais comuns.

Diabetes tipo 1

A diabetes tipo 1 em crianças ou adolescentes costuma apresentar sintomas iniciais em um curto espaço de tempo, e os mais comuns incluem:

  • Fome excessiva: Quando o corpo não tem insulina suficiente, os músculos e demais órgãos não recebem a glicose e ficam sem energia. Diante dessa restrição, o organismo costuma buscar outras fontes de energia e isso desencadeia uma fome intensa.
  • Perda de peso: Mesmo comendo mais por causa da fome excessiva, a perda de peso, às vezes até rapidamente, pode acontecer. Sem uma fonte de energia, os tecidos musculares e as reservas de gordura simplesmente encolhem. A perda de peso inexplicável é frequentemente o primeiro sinal de diabetes infantil do tipo 1.
  • Aumento da sede e micção frequente: A presença de sede excessiva, mesmo consumindo mais líquidos, e o aumento de visitas ao banheiro ou o aumento do volume de xixi na fralda podem ser sintomas de diabetes infantil. Isso acontece porque o excesso de açúcar acumulado no sangue absorve os líquidos dos tecidos, provocando mais sede e consequentemente mais vontade de urinar.
  • Fadiga: O fato do organismo não produzir insulina impede que o açúcar circule pela corrente sanguínea e isso deixa as células sem energia, provocando cansaço e letargia.
  • Irritabilidade ou mudanças de comportamento: Alterações de humor sem explicação e até um declínio no desempenho na escola podem acontecer, principalmente porque a criança ou jovem pode ter dificuldade para se concentrar ou manter o foco.
  • Respiração com cheiro frutado: Quando o corpo começa a “queimar” gorduras ao invés de açúcar, ele produz certas substâncias conhecidas como cetonas, e elas podem causar um hálito frutado.
  • Visão turva: Níveis elevados de açúcar no sangue costumam provocar uma visão turva ou embaçada. Isso acontece porque a condição diminui a umidade dos olhos, deixando-os secos.
  • Infecção fúngica: As meninas e bebês com diabetes tipo 1 podem desenvolver infecções fúngicas genitais. Se ainda usam fraldas, podem ter erupções causadas por leveduras.

Diabetes tipo 2

Os sintomas iniciais de diabetes infantil tipo 2 nem sempre são fáceis de detectar. Na maioria dos casos, a doença se desenvolve gradualmente, e o sinais podem demorar meses ou até anos para serem percebidos. Por esse motivo, é importante conhecer quais são para ajudar a fazer o diagnóstico precoce.

Assim como acontece no tipo 1, a diabetes tipo 2 é marcada principalmente pela presença do aumento da sede e micção frequente, fome excessiva, fadiga e pela presença de infecções fúngicas. No entanto, dois sintomas diferentes podem acontecer:

  • Dificuldade ou lentidão na cicatrização de feridas: Ter feridas ou machucados que são resistentes ou demoram além do comum para cicatrizar pode ser um sinal de diabetes tipo 2.
  • Pele escurecida: O fato do corpo ser resistente à insulina pode causar o escurecimento da pele. As regiões mais afetadas são axilas e pescoço. Esta condição é chamada de acanthosis nigricans.

Causas

Diabetes tipo 1

Infelizmente, a causa exata de diabetes tipo 1 é desconhecida. No entanto, o sistema imunológico é apontado como a causa mais provável, pois ele pode destruir erroneamente as células produtoras de insulina localizadas no pâncreas e conhecidas como ilhotas. Quando as células das ilhotas do pâncreas são destruídas, a criança ou o adolescente produz pouca ou nenhuma insulina. 

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Fatores de risco

  • Histórico familiar: Aqueles com um dos pais ou irmãos com diabetes tipo 1 tˆ´m um risco ligeiramente maior de desenvolver a doença.
  • Predisposição genética: Ter certos tipos de genes pode aumentar consideravelmente os riscos de desenvolver diabetes infantil tipo 1.
  • Exposição a alguns vírus: Estar exposto a determinados vírus pode desencadear uma resposta autoimune e o organismo pode destruir as células produtoras de insulinas.
  • Dieta: Existe uma associação entre o leite de vaca e a diabetes tipo 1. A ligação está relacionada à ingestão precoce de leite de vaca, por esse motivo é importante respeitar o momento ideal na dieta do bebê para não aumentar os riscos.

Diabetes tipo 2

Na diabetes tipo 2, os fatores que desencadeiam a doença já são mais claros. Veja a seguir:

  • Peso: O peso está diretamente ligado ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, tanto nos adultos quanto nas crianças. Isso acontece porque o sobrepeso gera uma maior probabilidade do corpo desenvolver resistência à insulina. Quando isso acontece, o corpo começa a reagir para equilibrar os níveis de insulina, mas o trabalho ineficaz eleva o açúcar no sangue e gera problemas de saúde potencialmente graves.
  • Predisposição genética: Ter pais ou irmãos com diabetes tipo 2 costuma aumentar consideravelmente as chances da criança ou adolescente desenvolver.

Principais exames

Diante de uma suspeita de diabetes infantil, o médico pediatra provavelmente recomendará a realização de exames para conseguir definir um diagnóstico. Existem vários exames de sangue para diabetes.

1. Teste de açúcar no sangue em jejum

Para realizar o exame, uma amostra de sangue é coletada depois de um período de jejum de pelo menos oito horas, ou durante a noite. Os valores de açúcar no sangue são expressos em miligramas por decilitro (mg/dL) ou milimoles por litro (mmol/L).

Valor de referência:

  • Níveis de açúcar no sangue em jejum abaixo de 100 mg / dL (5,6 mmol / L) é considerado normal.
  • Níveis de açúcar no sangue em jejum de 100 a 125 mg / dL (5,6 a 7,0 mmol / L) é considerado pré-diabetes.
  • Níveis de açúcar no sangue em jejum de 126 mg / dL (7,0 mmol / L) ou superior indica diabetes.

2. Teste de hemoglobina glicada (A1C)

Esse exame indica o nível médio de açúcar no sangue nos últimos dois ou três meses. Ele tem a capacidade de medir a porcentagem de açúcar no sangue ligada à proteína transportadora de oxigênio nos glóbulos vermelhos (hemoglobina). Quanto mais altos os níveis de açúcar no sangue, mais hemoglobina ligada ao açúcar terá.

Valor de referência:

  • A1C abaixo de 5,7% é considerado normal.
  • A1C entre 5,7 e 6,4% é considerado pré-diabetes.
  • A1C com resultados de 6,5% ou mais, obtidos em dois testes separados, indica diabetes.

3. Teste oral de tolerância à glicose

Uma amostra de sangue é coletada após um jejum mínimo de oito horas ou aquele realizado durante a noite. Para iniciar o exame o paciente bebe uma solução açucarada e a partir daí tem seus níveis de açúcar medidos periodicamente nas próximas horas.

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Valor de referência:

  • Níveis de açúcar no sangue inferior a 140 mg / dL (7,8 mmol / L) é considerado normal.
  • Níveis de açúcar no sangue de 140 a 199 mg / dL (7,8 a 11,0 mmol / L) é considerado pré-diabetes.
  • Níveis de açúcar no sangue de 200 mg / dL (11,1 mmol / L) ou superior indica diabetes.

4. Teste aleatório de açúcar no sangue

Uma amostra de sangue é coletada independente do horário da última refeição.

Valor de referência:

  • Níveis de açúcar no sangue de 200 mg / dL (11,1 mmol / L) ou superior sugere diabetes.

5. Testes adicionais

Caso o diagnóstico de diabetes infantil tenha sido confirmado através de um ou mais exames, o médico que acompanha a criança ou jovem recomendará a realização de testes para identificar se o tipo predominante é o 1 ou 2.

  • Exames de sangue para evidenciar a presença de anticorpos comuns no diabetes tipo 1.
  • Exames de urina para rastrear se existem cetonas, comum no diabetes tipo 1.

É fundamental que o diagnóstico identifique se o tipo da diabetes infantil é o 1 ou 2.  Esse ponto é importante para distinguir o tratamento, que é diferente para cada caso. Por exemplo, o tratamento para diabetes tipo 1 é feito permanentemente e inclui monitoramento do nível de açúcar no sangue, terapia com insulina, dieta saudável e exercícios regulares, inclusive para as crianças.

O acompanhamento médico também é constante, especialmente em casos de diabetes na adolescência, pois esse período é marcado por muitas mudanças e requer adaptações nas abordagens de tratamentos. Já a diabetes tipo 2 pode ser controlada apenas com mudanças nos hábitos, especialmente na alimentação, porém em alguns casos é necessário fazer uso de medicamentos.

Muitas pessoas questionam se diabetes infantil tem cura, mas a verdade é que infelizmente ela ainda não foi descoberta. É claro que a ciência está avançando consideravelmente e tudo indica que nas próximas décadas uma cura será descoberta para a doença, mas até o momento não há um posicionamento definitivo.

Porém, algumas pessoas diagnosticadas com diabetes tipo 2 podem experimentar a remissão da doença quando realizam o tratamento de forma rigorosa e assistida. No entanto, essa condição não é uma regra e não isenta os cuidados com a alimentação e prática de atividades físicas.

Alimentação

A alimentação para diabetes infantil é focada para manter os níveis de açúcar no sangue dentro de uma faixa normal. Nesse cenário, é necessário conhecer os alimentos e a quantidade de carboidratos que eles oferecem, além de controlar a ingestão, os horários e realizar uma contagem para não ultrapassar a quantidade recomendada.

Felizmente, existem muitos alimentos saudáveis ​​que podem ser consumidos por quem tem diabetes infantil ou diabetes na adolescência, permitindo que mesmo diante das restrições, ela seja uma criança normal.

– Laticínios

As crianças precisam de alimentos como leite, iogurte e queijo, por exemplo, para atender as suas necessidades de cálcio, potássio, proteína e outros nutrientes. No entanto, é fundamental ler os rótulos para entender a quantidade de gorduras, considerando que é preciso limitar a ingestão das saturadas.

O Dietary Guidelines for Americans (Diretrizes Dietéticas para Americanos – tradução livre) recomenda laticínios com baixo teor ou sem gordura como parte de uma alimentação saudável para crianças com diabetes infantil.

– Frutas

Todas as frutas podem ser incluídas na dieta para diabetes infantil. Por exemplo, uma fruta pequena, como um pêssego, maçã, laranja ou uma xícara de melancia, melão, framboesa ou outra fruta cortada contém aproximadamente 15 gramas de carboidratos.

Se preferir as versões secas, elas precisam ser isentas de açúcar, e duas colheres de sopa de cranberries secas ou passas, carregam aproximadamente 15 gramas de carboidratos. As frutas enlatadas ou congeladas também podem ser consumidas, desde que não contenham açúcar.

Já o suco, mesmo sendo da fruta, deve ser consumido de forma controlada. Esse cuidado é importante porque ele não carrega as fibras, que são fundamentais para ajudar o corpo a absorver os carboidratos de forma mais lenta.

– Legumes

Os vegetais são boas opções para consumir na diabetes infantil porque a maioria tem uma contagem de carboidratos bastante baixa. Uma xícara de pepino cortado tem menos de 4 gramas de carboidratos, enquanto uma xícara de tomate cereja tem cerca de 6 gramas.

Isso significa que consumir até 2 xícaras de vegetais crus ou uma xícara de cozidos não entra na contagem total de carboidratos, porque a alta quantidade de fibra presente nesses alimentos tem um impacto mínimo nos níveis de açúcar no sangue. Além disso, os pepinos, pimentões, aipo, brócolis e couve-flor podem ser cortados em pedaços pequenos, e usado como opções para lanches e petiscos.

– Vegetais amiláceos

Vegetais ricos em amido como as batatas, abóbora, milho e ervilhas somam uma contagem maior de carboidratos do que outros vegetais. Aproximadamente 1/2 xícara contém cerca de 15 gramas e por isso devem ser tratados de forma diferente na dieta para diabetes infantil.

Os feijões e lentilhas também contêm cerca de 15 gramas de carboidratos em 1/2 xícara, mas em contrapartida eles fornecem uma fibra solúvel essencial para as crianças. Sem contar que ajuda a retardar a digestão, evitando os picos de açúcar no sangue depois das refeições.

– Proteínas

Se consumidas de forma moderada, dentro de uma refeição balanceada, elas não aumentam o açúcar no sangue. Elas contêm gorduras e por isso é fundamental escolher bem o tipo que entrará no cardápio. Optar por um corte de frango magro, carne bovina, peru, peixe e carne de porco são boas opções.

As proteínas vegetais também podem ser consumidas, mas elas podem conter carboidratos. Por exemplo, as nozes contêm níveis relativamente baixos de carboidratos por porção e fornecem fibras saudáveis. O tofu contém apenas 2 gramas de carboidratos em uma porção de 85 gramas, mas tem menos calorias e gordura saturada do que muitas proteínas animais. Além disso, os queijos com pouca gordura e os ovos são outras fontes de proteína para variar o cardápio.

– Grãos

Os grãos contribuem com carboidratos e fibras, mas a quantidade irá variar de acordo com o alimento. Então, as melhores escolhas são aquelas que contêm grãos integrais, pois eles são embalados com fibras e devem representar pelo menos a metade do consumo diário total de grãos. Boas opções são aveia, pipoca, quinoa, pães integrais, massas e cereais. Uma fatia de pão integral, 2 xícaras de pipoca ou 5 bolachas integrais contêm aproximadamente 15 gramas de carboidratos.

Um estudo publicado pela “Nutrition Journal” em janeiro de 2016 relatou que um maior consumo de grãos integrais eleva a qualidade geral da dieta tanto em adultos quanto em crianças.

– Doces

A criança com diabetes infantil pode sim comer doce, mas esporadicamente e de forma controlada. Quando forem consumidos, eles devem ser incluídos na contagem diária de carboidratos e o açúcar no sangue deve ser monitorado de perto.

Após um diagnóstico de diabetes infantil, é comum receber o apoio de uma equipe de profissionais e possivelmente entre eles estará um nutricionista. Receber uma orientação de um profissional especializado é fundamental porque geralmente a dieta é individualizada.

Por exemplo, o plano alimentar é elaborado conforme o peso, crescimento, idade e nível de atividade da criança. Além disso, as crianças que praticam esportes podem precisar de lanches extras para evitar a hipoglicemia, enquanto aquelas com excesso de peso podem precisar focar a alimentação para controlar.

Planejar as refeições é uma forma de controlar os níveis de açúcar no sangue e garantir um crescimento saudável.

Dicas

As crianças ou adolescentes podem apresentar dificuldade e até resistência em fazer as mudanças necessárias para prevenir ou controlar a diabetes infantil. Para facilitar o processo, relacionamos algumas dicas para ajudar:

  1. Tenha uma conversa com o seu filho e explique o que é a diabetes, os cuidados que serão necessários com a saúde e peso a partir daquele momento. É claro que dependendo da idade será necessário adequar a linguagem, mas não deixe de falar. Também escute e incentive-o a falar sobre suas preocupações e dúvidas.
  2. Não aplique um tratamento especial para o seu filho. Desdobre os novos hábitos alimentares para todos, assim como as práticas de atividade física. Sem dúvidas, todos se beneficiarão.
  3. Não seja exigente demais. Assim como o desenvolvimento da diabetes aconteceu de forma gradual, levará um tempo para alcançar uma estabilidade e uma saúde melhor.
  4. Invista nas atividades que seu filho gosta. Diminua a quantidade de tempo que sua família passa assistindo à TV ou jogando videogame.
  5. Converse com familiares, amigos e também com os professores. Compartilhe as condições atuais de saúde, assim como remédios que toma e medidas que devem ser aplicadas para gerenciar qualquer complicação.
  6. Se o seu filho se recusa a seguir o plano alimentar necessário, tente descobrir o motivo. Os adolescentes, por exemplo, sofrem com as mudanças hormonais, pressão dos amigos e outros aspectos que naquele momento parecem mais importantes do que sua saúde.
  7. Defina metas pequenas e fáceis de alcançar e recompense seu filho quando ele atingir cada uma. Em seguida, passe para a próxima e assim por diante.
  8. Converse com um profissional especializado. Ele será capaz de te passar ideias para ajudar o seu filho a gerenciar a doença e ser mais saudável.
  9. Procure descobrir se no seu bairro, cidade ou região existe grupo de pais e crianças diabéticas. Pode ser tanto em associações, como na internet. Com o acesso à internet mais presente no dia-a-dia, é comum encontrarmos grupos onde a troca de experiências e também o convívio com outras crianças diabéticas são constantes, e isso ajuda muito na fase inicial do tratamento.

Descobrir que seu filho tem diabetes pode ser assustador, porém o diagnóstico não impede a criança ou o adolescente de participar da maioria das atividades com seus amigos, embora alguns cuidados específicos sejam necessários.

Uma equipe de tratamento poderá ensinar a administrar os medicamentos e também trazer dicas de como se alimentar em diferentes situações, como festas, prática de esportes ou exercícios. E sempre que possível permita que as crianças convivam com outras pessoas que tem diabetes, pois isso possibilitará que eles troquem experiências importantes.

Fontes e Referências Adicionais:

Você tem algum filho ou familiar próximo que foi diagnosticado com diabetes infantil? De que tipo é a diabetes? Quais orientações foram passados pelo pediatra? Comente abaixo!

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Sobre Julio Bittar e Dra. Patricia Leite

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