Colágeno UC-II (UC2) Funciona? Para Que Serve, Efeitos Colaterais e Mais

O colágeno é uma proteína presente em abundância no nosso organismo. Depois da água, o colágeno é a substância mais abundante no nosso corpo e serve como fonte de matéria para construir a pele, tendões, ossos e cartilagem.

Existem 3 tipos de colágeno. Cada um deles contém diferentes tipos de proteínas destinadas a fins específicos no nosso organismo. Todos os tipos de colágeno diminuem com a idade. Além disso, articulações como as do joelho podem começar a sofrer mais cedo naqueles que praticam esportes ou exercícios físicos regularmente, pois o corpo não é capaz de acompanhar os níveis de regeneração de colágeno necessários para o bom funcionamento do organismo.

Diferenças entre Colágenos 1, 2 e 3

Os tipos de colágeno 1 e 3 podem ser tomados em conjunto e atuam na saúde da pele, dos músculos, dos ossos e no crescimento e manutenção de unhas e cabelos. Já o colágeno tipo 2, também conhecido como colágeno UC-II (UC2) na forma de suplementos, que vamos conferir mais abaixo, contém proteínas que compõem os fluidos e participam da nossa cartilagem e articulações. Os suplementos de colágeno tipo 2 devem ser tomados separadamente ou em horários distintos dos tipos 1 e 3 para assegurar a absorção adequada.

Mais de 90% do colágeno no corpo humano é encontrado na forma dos tipos 1 e 3. Apenas 10% do colágeno presente no organismo é do tipo 2, e algumas vezes é necessário usar suplementos para assegurar a quantidade adequada no nosso corpo.

Ao longo do tempo, os níveis ideais de colágeno que nosso organismo produz naturalmente começam a diminuir. As fibras de colágeno quebram ou não se regeneram mais, e levam a um efeito de “deflação” na superfície da pele, ficando claro que é preciso usar suplementos dos tipos 1 e 3. Porém, os efeitos da redução do colágeno tipo 2 são menos óbvios e muitas vezes passam despercebidos.

Uma pesquisa indica que por volta dos 40 anos de idade, a capacidade do corpo de produzir colágeno diminui em 25%. Aos 60 anos, diminui em mais de 50%. Apesar de ser composto por aminoácidos não essenciais, o fornecimento de níveis ideais de colágeno natural pode não atender à demanda do corpo. Embora seja possível obter colágeno extra através da dieta (consumindo produtos animais como carnes gelatinosas, cartilagem em ossos, baquetas de frango e pele de aves), ​​alguns podem achar desagradável ou difícil ingerir esses alimentos em quantidades suficientes para as necessidades do corpo.

Os tipos de colágeno 1 e 3 servem para:

  • Minimizar linhas finas e rugas;
  • Melhorar a elasticidade;
  • Apoiar a matriz óssea (36% do osso é composto de colágeno tipo 1 e 3);
  • Melhorar unhas fracas ou danificadas;
  • Engrossar o cabelo fino e retardar a perda do cabelo;
  • Melhorar a circulação;
  • Promover a produção de glicina, que ajuda a construir massa muscular e ajuda a queimar gordura durante o sono;
  • Aumentar a hidratação, diminuir os micro-sulcos e aumentar a flexibilidade da pele.

Já o colágeno tipo 2:

  • Compõe cerca de 50-60% de proteína na cartilagem;
  • Compõe aproximadamente 85-90% de colágeno na cartilagem articular;
  • Pode reduzir dores nos joelhos;
  • Pode reduzir dores nas costas, mandíbula e articulações.

Colágeno UC-II (UC2)

O colágeno é uma proteína que faz parte da cartilagem, ossos e outros tecidos em animais e seres humanos. O colágeno tipo 2 é produzido por estruturas chamadas condrócitos, que são a matriz não-celular da cartilagem. Podemos imaginá-lo como um líquido que preenche o interior da cartilagem.

O colágeno tipo 2 é sinônimo de suplementos dietéticos como gelatina de tubarão e gelatina. Ele também é comumente conhecido como colágeno UC-II (UC2). Neste caso, o UC-II refere-se ao colágeno proveniente do esterno de frango glicolisado, que é o objetivo desta matéria.

O colágeno UC-II é um tipo de colágeno não desnaturado classificado como tipo 2. Ele é encontrado em diversos suplementos para a saúde das articulações, geralmente de duas formas: como um ingrediente autônomo ou em combinação com outros ingredientes.

O colágeno tipo 2 não é processado por processos térmicos ou pela adição de produtos químicos. Ele é simplesmente derivado da cartilagem do esterno de frango junto com outros ingredientes que são inativos.

Com base em estudos laboratoriais e clínicos, os fabricantes deste suplemento afirmam que o colágeno não desnaturado na UC-II é diferente do colágeno hidrolisado ou desnaturado porque contém moduladores imunológicos ativos que reduzem a secreção de enzimas que quebram o colágeno tipo 2 e acabam retardando a resposta inflamatória.

– Importância do colágeno tipo 2

O colágeno tipo 2 constitui cerca de 50% da proteína cartilaginosa. Quando os níveis de colágeno tipo 2 não estão adequados, a cartilagem é enfraquecida ou para de se regenerar. Como resultado, sem as quantidades adequadas de cartilagem e sem a lubrificação do ácido hialurônico, as juntas acabam “encostando” uma na outra e muitas pessoas experimentam rangidos nas articulações, podendo causar uma variedade de problemas relacionados a dor e inflamação. 

– Composição

O colágeno UC-II é formado por vários peptídeos compostos por uma grande quantidade dos aminoácidos glicina e prolina, que estão envolvidos na produção da proteína constituinte do colágeno. O colágeno tipo 2 contém condroitina, ácido hialurônico e o antioxidante proteoglicano.

A condroitina é um dos 6 glicosaminoglicanos que ajudam a formar o tecido conjuntivo da pele, dos tendões, da cartilagem, dos ligamentos e da matriz óssea. A condroitina também inibe enzimas como a colagenase, a elastase e a proteoglicanase, que se tornam hiperativas na degeneração das articulações e no envelhecimento da pele, destruindo a cartilagem e o tecido conjuntivo.

Os condrócitos também produzem e secretam o superóxido dismutase de cobre, que é uma enzima destruidora de radicais livres. Essa enzima é fundamental para proteger o tecido articular do dano dos radicais livres que ocorre como parte do processo de degeneração articular.

O ácido hialurônico desempenha um papel crítico na manutenção do fluido sinovial articular saudável e na prevenção da degeneração das articulações envelhecidas. Este ácido também atua como eliminador de radicais livres com poder antioxidante e pode ser importante para proteger a pele dos efeitos de envelhecimento da exposição excessiva à luz solar.

Já o antioxidante proteoglicano compõe a glicoproteína da matriz da cartilagem. Essa proteína reduz o estresse oxidativo nas articulações que é causado por enzimas atacando a cartilagem, protegendo as articulações.

– Formas de colágeno UC-II (UC2)

O colágeno tipo 2 também pode ser derivado de cartilagem articular bovina, mas devido à encefalopatia espongiforme bovina, a popular doença da vaca louca, fontes alternativas do produto são procuradas devido ao risco de infecção.

O colágeno tipo 2 pode ser encontrado na forma desnaturada, hidrolisada ou não desnaturada.

A desnaturação refere-se a um processo irreversível de desenrolar as cadeias peptídicas dos seus aminoácidos constituintes e é utilizada no processamento de suplementos de proteína de gelatina através do aquecimento. Tal processo, quando realizado até a conclusão, é conhecido por degradar a UC2 em seus aminoácidos constituintes e diminuir seus benefícios.

O colágeno não desnaturado, por sua vez, não sofre processos químicos ou de aquecimento e contém os ingredientes ativos para tratamento de condições artríticas.

Já o colágeno hidrolisado refere-se ao processo de hidrólise do colágeno, que ocorre quando o colágeno é exposto a condições de aquecimento e tratamento químico para quebrar os peptídeos em frações menores.

Apesar deste processo, os peptídeos menores obtidos ainda apresentam um papel bioativo e estudos têm mostrado propriedades referentes à redução da dor nas articulações para ambos os suplementos em seres humanos, mas o colágeno hidrolisado precisa ser consumido em uma dose oral significativamente maior para ter um papel semelhante ao colágeno não desnaturado.

Para que serve? 

A principal finalidade do colágeno UC-II é o tratamento de dores articulares e condições artríticas, como artrite reumatóide e osteoartrite.

Muitas pessoas usam colágeno proveniente de aves na medicina. O colágeno de frango, especificamente, é usado para tratar a dor articular associada a muitos tipos de artrite, bem como dor nas costas, dor de garganta e dor após sofrer uma lesão.

A artrite afeta milhões de brasileiros e ela é comumente apresentada nas formas das doenças osteoartrite, principalmente nos joelhos, e artrite reumatóide. Além da dor crônica, esses pacientes sofrem com dificuldades de locomoção. 

Como funciona

O colágeno não desnaturado administrado por via oral funciona estimulando o sistema imunológico saudável para promover articulações saudáveis ​​por um processo chamado de tolerância oral. Este processo ajuda o corpo a diferenciar invasores estranhos (como bactérias) e elementos que são bons para o corpo (como nutrientes).

O processo de tolerância oral ocorre no intestino delgado, onde a comida é absorvida. Através de um processo complexo, o tecido linfóide no revestimento mucosal do intestino delgado filtra os compostos que chegam e serve como um “interruptor”, transformando a resposta imune do corpo em substâncias estranhas, dependendo do que é essa substância.

No caso do colágeno UC-II de frango não desnaturado, verificou-se que pequenas quantidades (cerca de 10 mg) tomadas oralmente corrigem uma resposta imunitária defeituosa especificamente direcionada para o colágeno tipo 2 presente na cartilagem da articulação óssea, modulando então a resposta do organismo para que ele funcione corretamente novamente.

O primeiro local de atividade após ingestão oral de UC2 em casos de inflamação autoimune está no nível das células imunitárias dendríticas nos intestinos. São áreas que contém uma população grande de células dendríticas tolerogênicas, conhecidas como células T. O termo tolerogênico está relacionado à capacidade de tolerar um antígeno, ou seja, uma molécula que leva à formação de anticorpos específicos através da influência de outras populações de células imunitárias como as células T.

A ingestão de doses baixas de colágeno UC-II parece causar uma alteração nestas células dendríticas que promovem a diferenciação das células T numa forma mais anti-inflamatória conhecida como uma célula T reguladora (Treg). Por meio de um mecanismo complexo de regulação, a Treg é capaz de produzir uma molécula chamada interleucina 10 (IL-10), que por sua vez é capaz de suprimir a interleucina 7 (IL-7).

Como a IL-7 é responsável por exacerbar os efeitos do reumatismo, quanto mais células T reguladoras, mais IL-10 serão produzidas e os efeitos da IL-7 serão suprimidos, causando redução dos sintomas da artrite e ao longo do tempo resultando em efeitos analgésicos nas articulações e em redução da atividade inflamatória articular.

Estudos

Pesquisas sobre os efeitos do colágeno tipo 2 em pessoas com artrite reumatóide mostram resultados conflitantes.

Algumas mostram que tomar colágeno tipo 2 por via oral durante 3 meses reduz a dor nas articulações e o inchaço. No entanto, outras pesquisas não mostram essas melhorias quando o colágeno UC-II (UC2) é tomado por períodos mais longos de tempo ou em doses mais elevadas. Portanto, segundo essa pesquisa, o UC2 é melhor quando ingerido por período curto de tempo e começa a perder seus efeitos a longo prazo.

Outras pesquisas sugerem que o colágeno tipo 2 é menos eficaz do que o medicamento metotrexato para o tratamento da artrite reumatóide. Apesar desses resultados, o colágeno tipo 2 apresenta a vantagem de não ter efeitos colaterais.

– UC-II x metotrexato para artrite reumatoide

Desde 2009 é discutido o uso de colágeno UC-II no tratamento da artrite reumatoide. Um estudo realizado na China examinou 500 pacientes com artrite reumatóide. Eles compararam o uso de UC-II com o uso de metotrexato por um período de 24 semanas e encontraram melhorias significativas no quadro dos pacientes que consumiram o colágeno UC-II.

Os autores deste estudo acreditam que o colágeno do esterno de frango teve um efeito de imunossupressão ao reduzir a atividade das células T, responsáveis pela atividade imune da doença. Os medicamentos utilizados hoje em dia para o tratamento da artrite reumatóide agem justamente inibindo a atividade das células T.

Portanto, há atualmente uma discussão no meio médico e científico sobre o uso do colágeno do tipo II como substituto dos medicamentos.

Outra pesquisa mostra que tomar um produto específico que, além do colágeno tipo 2, contém metilsulfonilmetano (MSM), miristoleato de cetilo, lipase, vitamina C, cúrcuma e bromelina por via oral durante 12 semanas reduz a dor articular em pessoas com osteoartrite. No entanto, não parece apresentar melhoras visuais nos exames de raios X das articulações afetadas.

Em um outro estudo clínico piloto, 5 mulheres mais velhas (58-78 anos) que sofriam de dores articulares significativas receberam colágeno tipo 2 não desnaturado (10 mg/dia) por 42 dias. Em outro estudo, pesquisadores da Harvard Medical School descobriram que 6 de 10 pacientes com artrite reumatoide que tomaram colágeno tipo 2 durante três meses apresentaram melhora significativa, sendo que um deles se recuperou completamente. Além disso, não houve efeitos colaterais.

– UC-II 40 mg em indivíduos saudáveis

A suplementação com colágeno UC-II também confere benefícios a sujeitos saudáveis que tomam a substância. A suplementação oral de UC-II 40mg não desnaturado por dia (durante 4 meses) em indivíduos que relataram dor nas articulações, mas sem histórico de artrite, mostrou uma eficácia na melhora da amplitude do movimento do joelho, maior tempo para a dor articular ocorrer durante o exercício e recuperação mais rápida. Assim, a baixa dose de colágeno parece ser eficaz para a dor nas articulações durante exercícios físicos.

No tratamento osteoartrítico em animais, os ratos alimentados com colágeno tipo II de baixa dosagem (1 a 10 mg/kg do animal) durante 2 semanas pareciam exercer efeitos analgésicos com maior eficácia em 1 mg/kg, ou seja, uma dose baixa já surtia efeitos analgésicos no animal.

Em humanos, a suplementação de UC-II 40 mg não desnaturado obtido do esterno de frango em indivíduos osteoartríticos uma vez ao dia durante 90 dias se mostrou eficaz no tratamento da dor e da mobilidade dos pacientes. Este estudo comparou o uso de UC-II com o uso de uma combinação de cloridrato de glucosamina (1.500 mg) com sulfato de condroitina (1.200 mg) e encontrou uma maior eficácia com o uso de UC-II 40 mg isolado.

Em outro estudo clínico realizado em 2009, UC-II 40 mg foi mais do que 2 vezes mais eficaz do que o consumo de uma dose de 1.500 mg de glucosamina com 1.200 mg de condroitina para melhorar a saúde, o conforto e a flexibilidade das articulações. A dose de UC-II 40 mg superou a combinação de glucosamina com condroitina. Além disso, o uso de UC-II também resultou em uma melhora da qualidade de vida, diminuindo significativamente a dor durante as atividades diárias.

– Colágeno hidrolisado

Quanto ao colágeno hidrolisado, também há estudos que provam que a suplementação oral de 10 g diariamente durante 6 meses em indivíduos com osteoartrite reduziu a dor sentida pelos pacientes, mas não obteve resultados significativos quanto à diminuição da rigidez nas articulações e mobilidade. Além disso, a dose exigida é bem maior em comparação com o UC-II.

Benefícios 

De um modo geral, o colágeno UC-II (UC2) pode estimular a produção de colágeno e melhorar a saúde das articulações e cartilagem.

  • O colágeno UC-II possui peptídeos que atuam como blocos de construção que desencadeiam a produção de colágeno natural;
  • Contém condroitina, que pode promover uma resposta de inflamação saudável, bloqueando a enzima que quebra a cartilagem;
  • Contém ácido hialurônico, que ajuda a lubrificar e manter as articulações hidratadas;
  • Pode redirecionar a resposta imune que alveja a divisão da cartilagem;
  • É específico para a reprodução, função e manutenção do tecido da cartilagem;
  • Não tem praticamente nenhum efeito colateral e é altamente tolerável pela maioria dos indivíduos;
  • Auxilia na recuperação de lesões esportivas;
  • Pode aumentar a velocidade de cura da cartilagem após um nariz quebrado, por exemplo;
  • Promove a recuperação de lesões, principalmente no joelho;
  • Beneficia aqueles com problemas auto-imunes relacionados à articulação, como artrite;
  • Melhora e alivia a dor nas articulações.

Dosagem e Efeitos Colaterais

A dose apropriada de colágeno tipo 2 depende de vários fatores como a idade e a saúde do consumidor. Até agora, não há informação científica suficiente para determinar a dose adequada do colágeno UC-II.

No Brasil, o colágeno tipo 2 é geralmente encontrado na versão UC-II 40 mg. Ao adquirir o produto é importante seguir as instruções do fabricante e consultar um médico no surgimento de dúvidas. Produtos naturais nem sempre são necessariamente seguros e dosagens podem ser importantes para o uso adequado.

Os suplementos de colágeno são tomados de formas diferentes, dependendo do tipo que está sendo consumido: o colágeno hidrolisado, desnaturado ou tipo 2 não desnaturado. Todas as formas têm diferentes estratégias de dosagem e, embora seus benefícios possam compartilhar algumas semelhanças, eles são considerados suplementos diferentes, como já vimos acima.

O colágeno hidrolisado é tomado em doses de cerca de 10 g por dia para a saúde da pele e alguns benefícios para as articulações, e pode ser tomado juntamente com as refeições. Ele não deve ser tomado em doses mais elevadas como um suplemento protéico (para ganho muscular e perda de gordura, por exemplo) por ter menos eficácia do que outras fontes de proteína.

Os suplementos de colágeno hidrolisado ​​estão disponíveis sob a forma de comprimidos, cápsulas, pó ou até mesmo mastigáveis ​​saborosos.

O colágeno não desnaturado é tomado a uma dose bem mais baixa de aproximadamente 40 mg uma vez ao dia e é indicado para o tratamento da osteoartrite e da artrite reumatóide quando existe um componente autoimune e, embora não seja necessário tomar em uma hora específica do dia, é recomendado tomar o suplemento com o estômago vazio antes do café da manhã.

O UC-II se mostrou também seguro e bem tolerado, sem efeitos colaterais conhecidos. Para qualquer pessoa que sofra de danos progressivos da cartilagem, ou seja, alguém que sofre de artrite reumatoide ou osteoartrite de longo prazo, a reprogramação do sistema imunológico através do uso de colágeno tipo 2 não desnaturado encontrado na UC-II é um componente essencial e revigorante no tratamento.

Vale lembrar que no UC-II comercializado, vendido na forma de 40 mg, o colágeno não se encontra sozinho, mas sempre acompanhado de outras substâncias inativas que não fazem mal algum à saúde. Desta forma, em uma dose de 40 mg, apenas 10 mg estão na forma de colágeno tipo 2 não desnaturado, que é justamente a dose diária recomendada por especialistas.

Portanto, tome cuidado. O UC-II não pode ser totalmente isolado das substâncias presentes no colágeno. Desta forma, se o rótulo de um suplemento informa que cada porção equivale a 10 mg, apenas 25% deste total equivale ao UC-II propriamente dito e você estará consumindo apenas 2,5 mg do ingrediente ativo. O correto é utilizar os suplementos de UC-II 40 mg, pois deste modo, estará consumindo a dose diária recomendada de 10 mg do ingrediente ativo.

É evidenciado que outros produtos de colágeno, como colágeno de origem bovina e gelatina, podem causar reações alérgicas. Como o colágeno tipo 2 pode conter as substâncias condroitina e glucosamina, grandes doses podem causar efeitos colaterais relacionados ao uso desses compostos, como náuseas, azia, diarréia, constipação, sonolência, reações cutâneas e cefaléias.

Precauções e avisos especiais:

  • Gravidez e aleitamento: Não existem informações suficientes e confiáveis ​​sobre a segurança relacionada ao uso do colágeno UC-II se a pessoa estiver grávida ou amamentando. Deste modo, para assegurar a saúde e bem estar da mãe e do bebê, é aconselhável não usar o produto.
  • Alergias a ovos ou frangos: Pessoas alérgicas a frango ou ovos não devem usar colágeno tipo 2 devido à possibilidade de reações alérgicas advindas do produto oriundo de aves.

Dicas

Vale lembrar que para que um tratamento seja precisamente tão eficaz quanto no estudo, a condição dos pacientes e o produto devem ser semelhantes ao estudo.

Antes de começar qualquer tratamento, é necessário pesquisar sobre interações com outros medicamentos e conversar com um profissional da saúde.

Mesmo com estudos clínicos, é difícil ter certeza se um tratamento funciona na artrite reumatoide devido ao padrão de queima irregular natural de muitos pacientes e à heterogeneidade dos sintomas.

Se você também está tomando um suplemento de colágeno tipo 1 e 3, certifique-se de tomá-lo em uma hora diferente do que colágeno tipo 2 e não tomar qualquer tipo de colágeno com outros tipos de proteína.

Tomar colágeno com o estômago vazio ou com um pouco de suco impedirá que seu corpo fique confuso com as proteínas diferentes dos alimentos e assegurará que a proteína de colágeno seja transportada para a cartilagem de forma eficaz.

Referencias adicionais:

Você conhece alguém que tenha utilizado essa suplementação e afirme que o colágeno UC-II (UC2) funciona para alguma condição? Tem necessidade de experimentá-lo também? Comente abaixo.

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136 comentários em “Colágeno UC-II (UC2) Funciona? Para Que Serve, Efeitos Colaterais e Mais”

  1. O “Condres” é excelente e começa a produzir efeitos imediatos em uma semana, foi receitado por um médico e é do laboratório EMS.

  2. Tomem cuidado, pois o UC-II autêntico tem que vir com as cápsulas personalizadas e o selo de autenticidade que são fornecidos pela empresa Infinity Pharma, distribuidora oficial do produto no Brasil. A Infinity distribui para as Farmácias de Manipulação que comercializam o mesmo. Exijam o selo e as cápsulas pois existem outros tipos de Colágeno do tipo II no mercado magistral que não apresentam os mesmos efeitos.

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