O Que o Coronavírus Provoca no Organismo de Uma Pessoa

Especialista:
atualizado em 16/03/2020

O novo coronavírus – uma nova estirpe de uma grande família de vírus causadores de doenças respiratórias, que vão do resfriado comum até a síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS-CoV, sigla em inglês) e a síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV, sigla em inglês) – já virou pauta recorrente nos noticiários e nas conversas na rua.

Saber como se manter saudável e imune durante o surto de coronavírus e se a vitamina C pode realmente ser um escudo contra o coronavírus, por exemplo, se tornou uma das principais preocupações do cotidiano.

A propósito, você sabia que já há uma empresa americana testando medicamento contra o coronavírus?

Também pudera: o surto que começou no final de 2019 na China já se alastrou para outros países e, inclusive, já temos 25 casos confirmados da doença por aqui no Brasil, até esta segunda-feira (9), data desta publicação.

A nova versão do vírus foi chamada de SARS-CoV-2 e a doença que ele provoca recebeu o nome de COVID-19.

Os sintomas do novo coronavírus

Embora ainda seja necessário estudá-la melhor, sabe-se que os seus sintomas podem incluir febre, cansaço, dores leves, diarreia, nariz escorrendo e tosse. A COVID-19 ainda pode originar uma infecção no trato respiratório inferior, como uma pneumonia.

É possível que algumas das pessoas infectadas pela condição não desenvolvam sintomas e não se sintam mal. Ainda que cerca de 80% dos pacientes se recupere da doença sem precisar de tratamentos especiais, aproximadamente uma em cada seis pessoas infectadas pelo vírus fica seriamente doente e desenvolve dificuldade para respirar.

Acredita-se que pessoas mais velhas e os indivíduos que sofrem com problemas de saúde preexistentes, como pressão alta, doença no coração ou diabetes, apresentam maiores riscos de desenvolver doenças sérias em decorrência do COVID-19.

Mas o que exatamente o coronavírus pode fazer no organismo de uma pessoa?

Apesar dos sintomas darem uma ideia de que área do corpo o vírus pode afetar, eles não contam a história toda do que acontece quando alguém é infectado por ele. Mas o fato do novo coronavírus ter ultrapassado a marca de 3 mil mortes no dia 2 de março certamente desperta a vontade de saber o que é que o SARS-CoV-2 pode fazer no organismo humano.

Um caminho para entender isso é olhar para as pesquisas iniciais a respeito do novo surto e para o que se sabe acerca da MERS e da SARS, uma vez que a nova estirpe dessa família de vírus é geneticamente muito parecido com a SARS – daí o nome também ser quase o mesmo.

Nos parágrafos abaixo, vamos conhecer o que se sabe que o coronavírus pode provocar ao organismo humano.

– Do início ao fim nos pulmões

Uma vez que os coronavírus são doenças respiratórias, o COVID-19 tanto começa quanto termina nos pulmões. Após o surto da síndrome respiratória aguda grave ou SARS, a Organização Mundial de Saúde (OMS) relatou que a doença atacou os pacientes afetados em três fases: replicação viral, hiper-reatividade imune e destruição pulmonar.

Entretanto, vale destacar que nem todos os pacientes passaram por todas as três fases: apenas 25% dos diagnosticados com SARS apresentaram a insuficiência respiratória, que é a marca dos casos severos. Da mesma forma, dados iniciais apontam que a COVID-19 provoca sintomas mais leves em aproximadamente 82% dos casos, enquanto o restante é de quadros severos ou críticos.

Nos primeiros dias da infecção, o novo coronavírus invade rapidamente as células do pulmão, que são divididas em duas classes: as que produzem muco e os chamados cílios, estruturas semelhantes a pelos ou cabelos.

Enquanto o muco auxilia a proteger o tecido pulmonar contra patógenos (micro-organismo causadores de doenças) e impedem que os pulmões ressequem, os cílios pulmonares atuam ao redor do muco, na limpeza de resíduos como pólen e vírus.

O professor-associado da Escola de Medicina da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, Matthew Frieman, que estuda os coronavírus altamente patogênicos, explicou que como o SARS infecta e mata as células dos cílios pulmonares, o que resulta em vias aéreas cheias de resíduos e fluidos, a sua hipótese é que o COVID-19 cause o mesmo efeito.

Tanto que os primeiros estudos a respeito do novo coronavírus mostraram que muitos pacientes desenvolvem pneumonia nos dois pulmões, algo que vem acompanhado de sintomas como falta de ar.

É aí que entra em cena a fase 2 ou hiper-reatividade imune: a presença do vírus invasor desperta o organismo, que tenta combater a doença enchendo o organismo com células imunes para remover o dano e reparar o tecido pulmonar. Quando funciona direito, esse processo inflamatório é limitado apenas às áreas infectadas.

Entretanto, existem casos em que o sistema imunológico se descontrola e as tais células destroem tudo o que veem pela frente, inclusive os tecidos saudáveis, o que piora a situação: mais resíduos entopem os pulmões e a pneumonia é agravada.

Há então a terceira fase, da destruição pulmonar, em que o dano no órgão continua a se desenvolver, o que pode ter como consequência a insuficiência respiratória. Mesmo quando isso não termina em morte, alguns pacientes sobrevivem com um dano permanente nos pulmões. Segundo a OMS, a SARS chegou a fazer buracos nos pulmões, gerando uma aparência similar a de uma colmeia. Essas lesões também são encontradas nos atingidos pelo novo coronavírus.

Acredita-se que esses buracos sejam criados pela resposta hiperativa do sistema imunológico, que produz cicatrizes que tanto protegem quanto endurecem os pulmões. Quando isso acontece, os pacientes geralmente precisam do auxílio de ventilação para respirar.

Sem contar que a inflamação torna os vasos sanguíneos e os sacos aéreos mais permeáveis, o que pode encher os pulmões com líquido e afetar a habilidade do órgão para oxigenar o sangue. De acordo com Frieman, em casos severos, os pulmões são inundados, o paciente não consegue respirar e é deste modo que as pessoas morrem – e que dá para dizer que o coronavírus começa e termina pelos pulmões.

– Os intestinos

Durante os surtos de SARS e MERS, foi observado que aproximadamente ¼ dos pacientes apresentaram diarreia. Mas como doenças que afetam o sistema respiratório são capazes de provocar esse tipo de sintoma?

Uma vez que entra no organismo, qualquer tipo de vírus procura por receptores – se o vírus em questão encontrar um receptor compatível em uma célula, ele pode invadi-la. Os vírus causadores da SARS e da MERS podem acessar as células que revestem os intestinos e o cólon. Acredita-se que essas infecções floresçam no intestino e que possam causar o dano ou o vazamento de fluído que resulta na diarreia.

Segundo o professor-associado da Escola de Medicina da Universidade de Maryland, ainda não se sabe se o novo coronavírus provoca o mesmo efeito. Entretanto, pesquisadores acreditam que o COVID-19 utiliza o mesmo receptor do SARS, que pode ser encontrado nos pulmões e no intestino delgado.

Embora isso ainda seja classificado como muito inconclusivo, uma pesquisa publicada no New England Journal of Medicine (Jornal de Medicina da Nova Inglaterra, tradução livre) sobre o primeiro caso de coronavírus nos Estados Unidos e um preprint (projeto de artigo científico) publicado no medRxiv que envolveu 1099 casos identificaram a presença dos vírus nas fezes.

Frieman ressaltou que, apesar de não se saber se ocorre esse tipo de transmissão fecal com o novo coronavírus, aparentemente ele está presente nas fezes e as pessoas apresentam sintomas gastrointestinais associados a isso.

– O sangue

A fase 2 de ataque da SARS, a hiper-reatividade imune, pode ser a responsável pela ocorrência de problemas sanguíneos associados ao novo coronavírus. Para entender isso, é preciso começar falando a respeito das citocinas, proteínas que recrutam células imunes para ir até o local da infecção.

Durante uma infecção desenfreada por coronavírus, quando o sistema imunológico despeja as citocinas nos pulmões sem controle algum, o que se vê é uma espécie de vale tudo dentro do organismo.

A virologista e cientista pesquisadora associada da Escola Mailman de Saúde Pública da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, Angela Rasmussen descreveu que é como se no lugar de usar uma arma para destruir um alvo, fosse utilizado um lança-mísseis. Ou seja, os tecidos saudáveis também são atacados.

E os problemas dessa guerra desenfreada não se limitam aos pulmões: o temporal de citocinas produz uma inflamação que enfraquece os vasos sanguíneos nos pulmões e provoca a infiltração de fluido aos vasos sanguíneos. Esse temporal vaza até o sistema circulatório e cria problemas sistêmicos em múltiplos órgãos.

Nos casos mais severos de COVID-19, a resposta das citocinas, aliada a uma capacidade reduzida de bombear oxigênio ao resto do corpo, pode resultar em uma insuficiência múltipla de órgãos.

Embora os cientistas não saibam exatamente por qual motivo alguns pacientes enfrentam complicações do coronavírus fora do pulmão, acredita-se que isso possa estar associado a problemas de saúde básicos como doença no coração ou diabetes.

Frieman advertiu que mesmo se o vírus não chegar propriamente aos rins, fígado, baço ou outras áreas, ele podem ter efeitos claros em todos esses processos.

– O fígado

Quando um coronavírus zoonótico, ou seja, que pode ser transmitido de animal para ser humano, se espalha a partir do sistema respiratório, o fígado é um dos órgãos que podem ser atingidos.

Médicos já detectaram indicações de lesão hepáticas em casos de SARS, MERS e COVID-19 – a maioria foi leve, entretanto, casos mais severos resultaram em dano no fígado ou insuficiência hepática.

A diretora associada de pesquisa clínica da Escola Médica da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, Anna Suk-Fong Lok explicou que, devido ao fato do fígado ser um órgão muito vascular (com muitos vasos), o coronavírus pode entrar com muita facilidade nele.

Lok esclareceu que normalmente as células do fígado estão constantemente extinguindo e liberando enzimas na corrente sanguínea. O órgão consegue regenerar novas células e seguir em frente com as suas funções – e é justamente devido a esse processo de regeneração que o fígado consegue suportar muitas lesões. Aproveite para conhecer melhor sobre a função do fígado.

Então, quando o paciente apresenta um nível anormalmente elevado de enzimas no sangue, o que tem sido uma característica comum entre as pessoas diagnosticadas com SARS e MERS – tem-se um sintoma alarmante. Isso porque embora possa se tratar de uma lesão leve da qual o fígado pode se recuperar rapidamente, também pode se tratar de algo mais severo, até mesmo da insuficiência hepática.

Segundo a diretora associada de pesquisa clínica da Escola Médica da Universidade de Michigan, os cientistas ainda não entendem completamente como esses vírus respiratórios agem no fígado. Uma suspeita é que eles infectem o órgão diretamente, replicando e matando as células. Outra é que as células sejam uma espécie de efeito colateral, decorrente da resposta imunológica ao vírus, que pode ter desencadeado uma reação inflamatória severa no fígado.

Mas é importante ressaltar que Lok alertou que a insuficiência hepática nunca foi a única causa de morte nos pacientes acometidos pela SARS. Ela explicou que quando o fígado falha, geralmente descobre-se que a paciente tinha não somente problemas no órgão e no pulmão, mas também pode ter problemas nos rins, o que se torna uma infecção sistêmica.

– Os rins

Falando neles, enquanto 6% dos pacientes atingidos pela SARS sofreram de lesão renal aguda, ¼ das pessoas afetadas pela MERS desenvolveram o problema e estudos sobre o novo coronavírus já apontaram que ele pode fazer o mesmo.

Ainda que se trate de uma consequência relativamente incomum do coronavírus, o desdobramento é fatal: uma pesquisa de 2005 indicou que 91,7% dos pacientes com SARS que apresentaram comprometimento renal agudo faleceram.

Mas como é que se chega a esse ponto? Bem, o órgão é responsável por filtrar o sangue e é composto por milhares de unidades de destilação, conhecidas pelo nome de néfrons. Cada néfron possui um filtro para limpar o sangue e pequenos tubos que devolvem os elementos benéficos ao corpo ou enviam os resíduos para a bexiga na forma de urina.

Aparentemente, são justamente esses túbulos dos rins os mais afetados por esses coronavírus zoonóticos: depois do surto de SARS, a OMS relatou que o vírus foi encontrado nesses túbulos, que podem ficar inflamados.

Segundo o nefrologista e professor emérito da Universidade de Hong Kong Kar Neng Lai, não é incomum encontrar um vírus nos túbulos renais se esse vírus estiver na corrente sanguínea. Como os rins estão filtrando sangue o tempo todo, em alguns casos as células tubulares podem apanhar o vírus, resultando em uma lesão transitória ou mais leve.

No entanto, essa lesão pode se tornar perigosa e até letal se o vírus penetrar as células e começar a replicar. Por outro lado, o nefrologista, que fez parte do primeiro grupo de pesquisadores a estudar a SARS, afirmou que não existem evidências de que o vírus da SARS replicava nos rins.

Para o professor emérito da Universidade de Hong Kong, isso sugere que a lesão aguda renal observada nos pacientes acometidos pela SARS pode ter uma série de causas: pressão baixa, sepse, drogas ou perturbação metabólica.

Além disso, os casos mais severos que resultaram na lesão renal aguda tinham sinais de uma tempestade de citocina. Isso sem contar em alguns quadros a condição pode ocorrer em decorrência do uso de antibióticos, da insuficiência múltipla de órgãos ou estar associada ao uso de ventilação em longo prazo.

É possível haver o coronavírus gestacional?

Recentemente, as complicações provocadas pelo zika vírus se tornaram um dos principais motivos de temor para as gestantes. Então, ao ouvir falar a respeito de um novo vírus perigoso como o coronavírus e ao saber da notícia que médicos de um hospital em Wuhan, na China, local de origem do novo coronavírus, relataram que dois bebês foram diagnosticados com o COVID-19 apenas 30 horas depois do parto, muitas grávidas e seus familiares podem ficar preocupadíssimos.

O que se sabe é que a transmissão do vírus da mãe para o feto não foi observada nos casos de MERS e SARS, mesmo com inúmeros casos de gestantes afetadas pela doença.

Além disso, existem outras maneiras pelas quais um recém-nascido pode contrair o coronavírus, entre elas o fato de ter nascido em um hospital lotada de pacientes durante um caos emergencial, exemplificou a virologista Angela Rasmussen.

Um estudo de fevereiro de 2020 trouxe evidências preliminares de que o coronavírus não pode ser transmitido da mãe para o bebê. Para o experimento, os pesquisadores observaram nove mulheres em Wuhan que tinham pneumonia associada ao COVID-19.

Apesar de algumas delas terem apresentado complicações gestacionais, todas deram à luz a nenéns vivos sem evidência de transmissão da infecção. Ainda que não descarte por completo a possibilidade do contágio de coronavírus por meio da gravidez, entende-se que o estudo realça a necessidade de ter cautela ao especular sobre os possíveis efeitos da doença.

De acordo com Rasmussen, é necessário que se tenha um padrão elevado de evidências antes que se possa dizer que o novo coronavírus definitivamente provoca problemas do tipo e antes de fazer mudanças no modo de gerir os casos clinicamente ou em relação às políticas públicas.

Mesmo com as chances de que o novo coronavírus não seja necessariamente transmitido para o feto, as gestantes devem ficar de olho nos desdobramentos da doença no Brasil e nas novas informações sobre o COVID-19 para cuidar não somente da saúde do seu neném como da sua própria saúde.

Para a grávida que desconfia que teve contato com alguém que pode estar infectado com o novo coronavírus, o ideal é informar o seu médico rapidamente a respeito da sua suspeita, ainda que não tenha apresentado os sintomas da doença.

Os próximos passos

O professor-associado da Escola de Medicina da Universidade de Maryland Matthew Frieman concorda com Rasmussen e espera que a epidemia motive mais financiamentos para pesquisas acerca do coronavírus.

Mas o seu desejo é que esse apoio e interesse durem mesmo quando a epidemia for dissipada, ao contrário do que ocorreu com os estudos sobre o SARS: segundo Frieman, logo depois do surto de SARS, o dinheiro para essas pesquisas sumiu.

Como prevenir-se contra o novo coronavírus?

É fundamental procurar obedecer as recomendações dos governos e autoridades de saúde para evitar contrair a doença e evitar que outras pessoas sejam infectadas por ela.

Além de respeitar as regras a respeito de viagens e quarentena de pessoas em retorno de viagem para países afetados pelo coronavírus e seguir esses hábitos de higiene que previnem doenças no geral, a lista de estratégia de prevenção contra o COVID-19 inclui:

  • Lavar as mãos com frequência, usando água e sabonete ao longo de pelo menos 20 segundos e respeitando os cinco momentos de higienização – antes de tocar o paciente; antes de realizar procedimento limpo/asséptico; após risco de exposição a fluidos corporais; após tocar o paciente e após contato com superfícies próximas ao paciente;
  • Quando não tiver acesso à água e sabonete, higienizar as mãos com um desinfetante próprio para as mãos à base de álcool;
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
  • Não ter contato próximo com pessoas que estiverem doentes;
  • Manter pelo menos um metro de distância de alguém que esteja tossindo ou espirrando;
  • Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar com o cotovelo dobrado ou com um lenço de papel – no caso do lenço, ele deverá ser jogado fora depois da tosse ou espirro;
  • Limpar e desinfetar os objetos e superfícies tocados com frequência, como corrimões de escada, mesas, telefones e utensílios compartilhados de escritório, por exemplo. Sim, até o seu smartphone pode ser responsável pela infecção do vírus!
  • Ficar em casa se estiver sentindo-se mal e procurar o atendimento médico se apresentar febre, tosse e dificuldade para respirar;
  • Manter-se informado sobre os últimos desdobramentos acerca do coronavírus e seguir as instruções das autoridades locais de saúde.

As informações são da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde.

Fontes e Referências Adicionais:

Você tem acompanhado diariamente o surto do coronavírus e o avanço da doença com preocupação? Pretende seguir as dicas de prevenção com bastante cuidado? Comente abaixo!

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1 comentário em “O Que o Coronavírus Provoca no Organismo de Uma Pessoa”

  1. É infelizmente é muito grave todos nós sabemos e como uma doença terminal fatal e letal que matá pessoas em pouco tempo ou poucas horas. Mais nós sempre somos surpreendido e como não existe resistência aos cuidados é mais alarmante ainda porquê muitas vidas podem ser seifadas em pouco tempo. Aqui nó nordeste por exemplos aonde às condições são muito críticas e falta de egiene pôde acarretar um uma tragédia com dezenas e talvez setenas de mortes, porquê às pessoas não limgam ou pouco se importam com à cituaçao. Por isso eu creio que às autoridades locais e em todo o território nacinal devem agir rápido com os cuidados de prevenção ou acaltelaçao com população para se prevenirem para o pior das citações, aonde todos nós deveremos nós preocupar e tomar às dívidas providências com nós mesmos em premeiro lugar. Obsevando e acompanhando todos os dias as explicações das autoridades médicas de saúde e principalmente com nossas egienes pessoais, o resto é horar e torce para essa gripe chamada coronavirus não nós atingir. É serto que essas epidemias irá nós atingir -nos dias de hoje, isso nós devemos à muitos fatores que às autoridades médicas e de vigilância sanitária deverear nós explicar e tomar devidas providências rapidas urgentes com à população. Não pensem que isso ou aquilo só acontecem com os outros ou com outros países, nós não somos um só em razão de povos, que Deus nós abençoe e nós livre dessa e qualquer epidemia.