Ver resumo
- O ator Rainn Wilson, que viveu Dwight Schrute em "The Office" (encerrada em maio de 2013), revelou no podcast "The Diary Of a CEO" os desafios de saúde mental que enfrentou durante as gravações da série.
- Ele contou que sofria ataques de ansiedade paralisantes, chegando a tremer e suar no chão e a pensar que ia morrer.
- Wilson afirmou que, na década de 1990, faltavam palavras para descrever crises de saúde mental e a terapia não era algo comum, o que dificultava buscar ajuda na época.
- Apesar das dificuldades, ele reconheceu bons momentos no set de "The Office", ainda que sentisse frustração por não conseguir outros contratos de cinema.
- Depois de mais de 20 anos em terapia, o ator afirma estar mais preparado para identificar seu estado de saúde mental e lamenta o tempo que passou angustiado sem necessidade.
A aclamada série norte-americana “The Office“, que chegou ao seu término há mais de uma década, em maio de 2013, ainda mantém um lugar especial nos corações do público.
Entretanto, um dos astros da produção, o ator Rainn Wilson, intérprete de Dwight Schrute, revelou os desafios que enfrentou durante as filmagens e o impacto em sua saúde mental, admitindo mais de uma vez que se sentiu infeliz nas filmagens. Ele chegou a declarar que deveria receber US$ 1 milhão por seu trabalho.
No podcast “The Diary Of a CEO“, apresentado por Steven Bartlett, Wilson compartilhou voltou a comentar sobre o assunto.

O ator revelou que teve problemas de saúde mental relacionados à série. Wilson compartilhou que enfrentou ataques de ansiedade paralisantes e afirmou que ficava literalmente tremendo e suando no chão, chegando a pensar que ia morrer.
A forma como a busca por apoio psicológico era vista se tornaram um empecilho para ele buscar ajuda profissional. O ator ressaltou que na década de 90, eles não tinham palavras para descrever crises de saúde mental, as pessoas não faziam terapia e ele se encontrava bem deprimido e frustrado.
Apesar das adversidades, Wilson esclareceu que o ambiente de trabalho em “The Office“, ainda que ele tivesse ambições maiores para a sua própria carreira.
O ator afirmou que às vezes tinha muita dificuldade, já em outros momentos, aquele era o melhor trabalho que ele poderia imaginar. No entanto, se sentia bravo por não conseguir contratos para fazer mais filmes.

A boa notícia é que depois de mais de 20 anos de terapia, Wilson se sente mais preparado e equipado para identificar o estado de sua saúde mental, em comparação ao início da sua carreira.
Em sua visão, ele gastou muito tempo desnecessariamente angustiado e descontente, quando deveria simplesmente estar curtindo. As informações são da Revista Monet.