Depois de se Sentir Humilhada em Avião, Ela Perdeu 45 Kg

Hoje em dia dia, Leandie Williams, de 33 anos de idade, gosta de viajar e conhecer o exterior – ela recentemente praticou tirolesa na Ásia, e frequentemente faz trilhas perto de sua casa, na África do Sul. Mas 4 anos antes, esses eram “feitos” praticamente impossíveis.

Williams, que vive em uma cidade chamada Port Elizabeth, estava em um vôo para Johanesburgo a trabalho quando percebeu que não caberia no cinto de segurança de seu assento. Na época, ela pesava 125 kg.

“Eu estava com vergonha de contar a alguém que o cinto de segurança não encaixava e ao mesmo tempo estava com medo de que o alarme soasse ou algo assim”, disse ela. “A aeromoça passou por mim e eu meio que cobri minha cintura, de modo que ela não pudesse ver que o cinto não estava afivelado.”

“Só de saber que era minha culpa, que eu tinha comprometido a minha segurança, era uma coisa atordoante para mim”, Williams continuou. “Isso provavelmente teve o maior impacto sobre mim para mudar a minha vida. Eu estava com excesso de peso havia cerca de oito anos, mas não sabia que tinha se tornado tão ruim que eu não poderia mais caber em um assento de avião”.

Havia outros sinais de que seu peso era um problema sério: Williams tinha sido recentemente diagnosticada com diabetes tipo 2, ela estava tendo dificuldades para encontrar calças que coubessem e ela não conseguia andar mais do que alguns passos sem perder o fôlego.

Ela ainda recebeu um conselho sincero de quem mais queria o seu bem: sua mãe.

“Ela foi a única pessoa que foi simplesmente honesta comigo. Ela disse, ‘Você precisa fazer alguma coisa’. Está fora de controle. Você está muito acima do peso.”

“Eu fiquei pasma, muito zangada”, ela continuou. “Eu olhei para ela e disse: ‘Como você pode dizer isso para sua filha?’ Todos os outros mentem para você: ‘Você é ótima do jeito que você é.’ Isso é bom , mas se está afetando a sua saúde, é fundamental mudar.”

Quatro anos mais tarde, o peso de Leandie flutua entre 79 e 83 kg. Sua jornada de perda de peso não acabou, mas ela já trilhou um longo caminho. Após o incidente no avião, ela contratou um personal trainer para que pudesse aprender o que fazer na academia, e trocou fast food por refeições caseiras low carb e ricas em proteínas.

“Eu não gosto de cozinhar”, confessou ela. “Eu acho isso uma perda de tempo, mas eu sei que vai me ajudar nessa jornada”.

Segundo ela, a academia foi a parte mais difícil. “É muito difícil se exercitar sendo estando tão acima do peso, porque você não tem força. Eu comecei a treinar com o peso do meu próprio corpo e a recuperação foi bem dura para mim. Mas foi melhorando com o passar do tempo.”

Seu peso caiu rapidamente, de início. Ela perdeu quase 30 kg, mas atingiu um platô e teve que modificar sua rotina. Leandie descobriu que o levantamento de peso, em vez de exercícios aeróbicos, foi o que mais a ajudou.

Agora, ela acorda todo dia às 4 da manhã e chega na academia cerca de uma hora antes de estar pronta para ir trabalhar. Ela permanece sentada numa cadeira durante o dia todo no trabalho, por isso o seu treino mais cedo é tão importante. Mas o esforço vale a pena: agora ela consegue comprar roupas em qualquer loja que desejar, pode andar de bicicleta nas semanas, e o melhor de tudo – pode viajar sem maiores problemas com o assento no avião.

Williams ainda notou algo que ela não esperava: como as pessoas a tratam diferente agora que ela perdeu peso.

“As pessoas agora são mais abertas a conversar comigo”, ela diz. “Parece que elas tinham medo de mim quando eu estava acima do peso. Agora elas ficam mais confortáveis. Mas isso não parece justo. Eu não vou tratar pessoas acima do peso mal, porque eu já passei por isso. Eu posso me relacionar com eles”.

Você já imaginou que reação teria no lugar de Leandie, se passasse pela situação do avião? Acredita que isso também causaria o despertar de mudança em você? Comente abaixo!

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Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite - (no G+)




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