Angélica revela como lida com crise de pânico que enfrenta desde os 28 anos de idade

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  • Angélica, prestes a completar 50 anos, revelou em entrevista à revista Veja que convive com síndrome do pânico desde os 28 anos, quando as primeiras crises foram confundidas com cansaço.
  • Os episódios traziam sintomas como suor frio, falta de ar, taquicardia, tontura e medo intenso, além de fobias de lugares fechados, música alta e multidões.
  • Diante disso, a apresentadora passou a priorizar a saúde, recusando shows e trabalhos aos fins de semana, e buscou acompanhamento terapêutico.
  • Um acidente de avião com a família em 2015 provocou uma recaída, e um ano depois ela teve outra crise durante férias em Nova York, quando precisou ser buscada pelo marido, Luciano Huck.
  • Após o episódio, Angélica ficou um ano evitando festas e viagens, e passou a sentar-se próxima à saída em ambientes fechados como forma de se sentir mais segura.

Angélica, prestes a completar 50 anos, compartilhou sua experiência com a síndrome do pânico em uma reveladora entrevista à revista Veja.

Imagem de Angélica
Imagem: Reprodução Instagram/ via: @angelicaksy

As primeiras crises surgiram aos seus 28 anos, durante uma intensa carga de trabalho, porém, foram inicialmente diagnosticadas como cansaço

Entretanto, os episódios de mal-estar persistiram, manifestando-se através de sintomas como suor frio, falta de ar, taquicardia, tontura e medo intenso.

A doença logo se tornou um obstáculo em sua vida, criando fobias de lugares fechados, com música alta e multidões. A partir desse ponto, Angélica decidiu priorizar sua saúde, abrindo mão de shows e trabalhos nos fins de semana. Buscou ajuda profissional e passou a frequentar terapia. 

Imagem de Angélica
Imagem: Reprodução Instagram/ via: @angelicaksy

Progressivamente, ela deixou de depender constantemente de medicamentos, porém sempre os levava consigo na bolsa.

No entanto, em 2015, um acidente de avião com sua família desencadeou uma recaída. Mesmo com o conhecimento dos gatilhos e a aplicação de técnicas de respiração, Angélica ainda vive em constante vigilância. Ela admite que é impossível prever quando novas crises podem ocorrer.

Passando um ano do acidente, Angélica teve outra crise de pânico. Ela relata que estava de férias em Nova York com a família, saiu para dar uma volta sozinha e, de repente, simplesmente travou. Não conseguia sair do lugar. Seu marido, Luciano Huck, precisou buscá-la e ela voltou ao Brasil medicada.

Angélica ficou um ano evitando festas, viagens e preferiu sentar-se próxima à saída em reuniões em salas fechadas. Essas medidas de precaução foram cruciais para ajudá-la a enfrentar suas limitações.

Você sabia que a Angélica sofria com crises de pânico? Do caso da Angélica, o que mais chamou a sua atenção? Você já passou por alguma crise de pânico? Comente abaixo!

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