Testosterona Baixa – Sintomas, Tratamento e Causas

Especialista:
atualizado em 21/02/2020

A testosterona é um hormônio produzido naturalmente pelo nosso organismo e é o principal hormônio ligado ao ganho de massa muscular e a diminuição da gordura corporal. Você aprenderá a seguir o papel da testosterona no corpo masculino e feminino, quais as causas, sintomas e tratamento da testosterona baixa em qualquer organismo.

A testosterona é um hormônio presente no corpo humano. Nos homens, ela é produzida pelos testículos e nas mulheres pelos ovários, mas a glândula suprarrenal também secreta o hormônio para ambos.

Se você sofre de baixa de testosterona, vai adorar saber que existem alimentos comuns que podem te ajudar. É o caso da gema de ovo, que é rica em vitamina D e está associada à produção de testosterona. Mariscos, por exemplo são alimentos ricos em zinco, um mineral importante para essa condição. Conheça os 14 alimentos que aumentam a testosterona.

Existem diversos métodos de reposição de testosterona no mercado e certamente um dos mais práticos é o adesivo. A maioria das pessoas começam com um adesivo de 4 miligramas, que é normalmente aplicado à noite e a troca só é feita após 24 horas. Você vai adorar conhecer os resultados e como adquirir o seu adesivo de testosterona.

Mas se você tem o objetivo de perder uns quilinhos nos próximos meses, ou já está em uma dieta de emagrecimento, sabe que tem que tomar muito cuidado ao consumir qualquer tipo de medicamento. Descubra se o tratamento de testosterona engorda ou emagrece.

A testosterona baixa costuma provocar alterações corporais, tanto nos homens quanto nas mulheres, por esse motivo é importante saber quais são os sintomas, assim como o tratamento mais adequado e as causas que desencadeiam a condição.

Qual o papel da testosterona no corpo de homens e mulheres?

A testosterona é responsável por muitas funções no corpo humano. Nos homens, ela contribui com o desenvolvimento de órgãos reprodutivos, como pênis e os testículos, ainda na barriga da mãe. Na puberdade, a testosterona suporta o processo de crescimento, aprofundamento da voz e o crescimento de pelos corporais, como nas axilas, rostos e também na região pubiana, além da produção de espermatozoides.

Já nas mulheres ela ajuda a secretar hormônios importantes para regular o ciclo menstrual e para ambos os sexos ela estimula o desejo sexual e a produção de glóbulos vermelhos.

O auge da sua produção acontece na puberdade, mas os níveis começam a diminuir gradativamente, especialmente após os 30 anos. Independente do processo natural, não é incomum que aconteça um desequilíbrio do hormônio, resultando na testosterona baixa. A questão é que a alteração costuma trazer impactos significativos para o organismo.

Os homens naturalmente têm níveis de testosterona mais altos do que as mulheres. a presença do hormônio influencia muito o desenvolvimento de características masculinas e é especialmente importante para o aumento da massa muscular, para a construção da massa óssea e também para aumentar a força física e a quantidade de pelos no corpo.

Nas mulheres, os níveis de testosterona tendem a ser bem mais baixos, mas ainda assim é preciso ficar atento se esses níveis forem baixos demais. Já a testosterona nos homens tende a diminuir ao longo da vida e, segundo estudo publicado em 2008 no periódico Clinical Interventions in Aging, junto com a queda hormonal podem surgir sintomas como redução da libido, alterações no sono e mudanças no peso. De acordo com a American Urology Association, de 2 a cada 100 homens apresentam baixos níveis de testosterona e é importante ligar o sinal de alerta quando a testosterona está abaixo de 300 ng/dL de sangue nos homens.

Principais causas de testosterona baixa

As causas costumam ser diferentes para homens e mulheres.

Mulheres:

Duas situações costumam interferir diretamente nos níveis de testosterona nas mulheres. São elas:

  • Problemas nos ovários ou na glândula adrenal ou pituitária: Os níveis de testosterona podem diminuir se a mulher tiver seus ovários removidos ou se ela tiver insuficiência adrenal, o que significa que as glândulas suprarrenais não funcionam corretamente;
  • Envelhecimento e menopausa: Assim como outros hormônios, a testosterona diminui naturalmente à medida que a mulher envelhece, mas na menopausa essa redução se torna mais acentuada, porque seus ovários produzem menos hormônios. Nessa ocasião também é comum que mulheres tratem os sintomas com determinados medicamentos que influenciam diretamente nos níveis hormonais.

Homens:

A testosterona baixa no corpo masculino pode ser causada por inúmeros motivos, e os mais comuns envolvem:

  • Hipogonadismo primário: Essa condição é resultado de testículos hipoativos que não fabricam níveis suficientes de testosterona para um ótimo crescimento e saúde. As causas podem ter uma origem hereditária, por exemplo, quando os testículos não desceram, quando o homem nasce com três cromossomos sexuais (Síndrome de Klinefelter) e também pelo excesso de ferro no sangue, o que resulta em uma insuficiência testicular ou dano hipofisário.
    No entanto, o hipogonadismo primário também pode ser causado por danos nos testículos. Pode ser provocado por uma lesão física nos testículos, infecção proveniente de caxumba e quimioterapia ou a radiação nos testículos, feita para combater o câncer.
  • Hipogonadismo secundário: Causado por danos na glândula pituitária ou no hipotálamo. Pode ser resultado de distúrbios da hipófise causados ​​por drogas, insuficiência renal ou pequenos tumores, doenças como tuberculose, sarcoidose, histiocitose, HIV e síndrome de Kallmann, responsável pela função anormal do hipotálamo.
  • Envelhecimento: Assim como acontece com as mulheres, o envelhecimento diminui a quantidade de testosterona presente no corpo masculino.
  • Obesidade: O excesso de gordura corporal pode afetar a produção e resposta hormonal.
  • Remédios: O uso de medicamentos como analgésicos opioides e esteroides podem afetar a função da glândula pituitária e do hipotálamo, prejudicando a produção de testosterona.
  • Estresse: Tanto o estresse emocional como o físico pode provocar um desligamento do sistema reprodutivo, que costuma ser temporário.

Problemas de Recorrer a Medicamentos para Aumentar a Testosterona

Embora a falta de testosterona causar alguns sintomas desagradáveis e até influenciar em alguns processos metabólicos, não é indicado repor o hormônio por conta própria. O acompanhamento médico é fundamental já que o uso de hormônios sintéticos pode causar efeitos adversos e devem ser utilizados com muito cuidado.

Antes de começar qualquer tratamento hormonal, é preciso se submeter a exames para verificar os níveis de testosterona. E durante o tratamento de reposição hormonal também é necessário monitorar os níveis do hormônio no sangue afim de evitar efeitos colaterais e outros problemas.

Os riscos associados com o uso de medicamentos para elevar os níveis de testosterona são:

  • Aumento das mamas ou sensibilidade mamária;
  • Crescimento da próstata;
  • Surgimento de acnes ou pele oleosa;
  • Retenção de líquidos e inchaço nos tornozelos;
  • Dificuldade para urinar;
  • Irritação da pele;
  • Redução dos testículos;
  • Piora em quadros de apneia do sono.

Alterações em exames laboratoriais também podem ocorrer e devem ser analisadas com cuidado pelo médico. São elas:

  • Aumento na contagem de glóbulos vermelhos;
  • Aumento do antígeno prostático específico (PSA);
  • Redução da contagem de espermatozoides.

Por causa desses possíveis efeitos, o tratamento com testosterona não é indicado em casos de:

  • Risco ou diagnóstico de câncer de próstata;
  • Hiperplasia benigna de próstata;
  • Níveis altos de PSA;
  • Câncer de mama;
  • Alto nível de glóbulos vermelhos;
  • Insuficiência cardíaca congestiva grave;
  • Apneia obstrutiva do sono ou outro distúrbio do sono que não foi tratado.

Também é importante estar atento a suplementos que prometem aumentar os níveis de testosterona, pois muitos desses produtos não são regulamentados por órgãos de saúde. Muita gente que não tem níveis baixos de testosterona busca suplementos como anabolizantes com a intenção de aumentar o ganho de massa e ter mais força e resistência nos treinos. Mas o uso de esteroides anabolizantes para aumento da massa muscular sem acompanhamento médico não é recomendado devido ao risco de desequilíbrios hormonais que podem causar muitos sintomas e efeitos colaterais desagradáveis.

Sintomas

Muitos sintomas podem ser causados pela testosterona baixa. Alguns são diferentes para homens e para mulheres, mas outros podem ser bem parecidos.

Mulheres:

  • Depressão e ansiedade: A testosterona baixa pode provocar alterações de humor, ansiedade, depressão e outros sintomas emocionais sem uma explicação definida. Isso acontece porque a testosterona ajuda a estabilizar o humor e foco mental. Em alguns casos extremos o aumento da ansiedade pode causar até ataques de pânico, mas na sua versão mais “leve” a falta de motivação e humor está frequentemente presente.
  • Diminuição da libido: A testosterona baixa é fundamental para a excitação sexual, por esse motivo a sua deficiência faz com que a mulher experimente uma diminuição drástica na libido. Junto com ela pode acontecer a secura vaginal, o que torna a relação sexual mais difícil e dolorosa.
  • Anorgasmia: É uma condição muito comum para as mulheres que sofrem com a testosterona baixa. A dificuldade em obter prazer no sexo costuma ser combinada à diminuição do desejo sexual. Embora um tratamento para normalizar os níveis possa ser realizado, não existem garantias de que essa condição pode ser revertida.
  • Ganho de peso: A perda de massa muscular e o aumento repentino de gordura corporal, especialmente na região do abdômen, podem ser sintomas da testosterona baixa. Além disso, são comuns as mudanças no tônus ​​muscular e na densidade óssea, o que impacta diretamente na aparência física.
  • Osteoporose: A testosterona baixa pode provocar a deterioração óssea, mas seus impactos não são imediatos; pelo contrário, ela costuma se desenvolver gradualmente com o tempo. O fato é que o hormônio auxilia os processos de produção e manutenção dos ossos, então a sua falta impede o funcionamento pleno.
  • Irregularidades menstruais: A testosterona baixa provoca alterações na menstruação. Ciclos irregulares e mudanças no fluxo são as mudanças mais comuns, mas as mulheres mais velhas e com níveis extremamente baixos podem deixar de menstruar totalmente. Além disso, sintomas comuns na menopausa e pré-menopausa podem se fazer presentes, como as ondas de calor, irritação, alterações constantes de humor. Se acontecer de forma precoce, um tratamento pode reverter.
  • Queda de cabelo: A testosterona auxilia na manutenção e crescimento de cabelos saudáveis, por esse motivo a sua baixa pode causar um sintoma visível. Por exemplo, pode resultar em uma cobertura capilar irregular e até em uma calvície feminina. Ainda que os pelos corporais também sejam afetados, a incidência é muito menor e menos perceptível, principalmente por causa da depilação.

Homens:

  • Redução na libido: Assim como acontece com as mulheres, a testosterona baixa afeta consideravelmente a libido sexual masculina. Essa redução pode ser gradual, com o passar dos anos, ou um desequilíbrio pode fazê-los experimentar uma mudança repentina e drástica.
  • Dificuldade de ereção: Além de trabalhar para estimular o desejo sexual, a testosterona também ajuda a ereção. O processo funciona da seguinte maneira: o hormônio estimula os receptores no cérebro a produzir óxido nítrico, que é uma molécula responsável por muitas reações químicas necessárias para que uma ereção ocorra. Quando os níveis estão muito baixos, existe uma dificuldade de obter uma ereção antes do sexo e também as espontâneas que acontecem, por exemplo, durante o sono. No entanto, problemas como diabetes, pressão alta, colesterol, além de hábitos como o cigarro e álcool podem interferir, e por esse motivo o tratamento pode não ser tão eficaz.
  • Redução no volume de sêmen: O sêmen ajuda na motilidade dos espermatozoides e a testosterona baixa interfere na sua produção. Então, é comum que homens que sofrem com essa condição percebam uma diminuição no volume de sêmen.
  • Perda de cabelo: Os homens com níveis baixos de testosterona podem sofrer com a calvície, por causa de seu papel na produção de cabelos. Não podemos esquecer que a calvície também faz parte do processo natural de envelhecimento.
  • Fadiga: O cansaço extremo e frequente, mesmo depois de longos períodos de descanso pode ser um sintoma de fadiga causada pela testosterona baixa. No entanto, esses sintomas não são os únicos – os homens também podem experimentar a falta de motivação para o exercício e realização de suas atividades, além de baixos níveis de energia.
  • Perda de massa muscular: O fato da testosterona fazer parte do processo de construção de massa muscular faz com que a testosterona baixa provoque perda de músculos. No entanto, a função e força são preservados, segundo um estudo.
  • Aumento da gordura corporal: Duas principais mudanças podem ser experimentadas pelos homens. Primeiro, a testosterona baixa pode resultar em um aumento da gordura corporal. Segundo, combinada com o desequilíbrio de estrogênio nos homens, pode resultar em ginecomastia, que é o aumento do tecido mamário.
  • Osteoporose: Ainda que seja mais comum nas mulheres, um homem pode ter uma diminuição da massa óssea se estiver com níveis baixos de testosterona. Isso acontece porque ela ajuda a produzir e fortalecer os ossos e sua deficiência pode tornar o corpo do homem, especialmente os mais velhos, predispostos a fraturas.
  • Mudanças de humor: Irritação, falta de concentração, mau humor e outras alterações podem estar relacionadas à testosterona baixa. Segundo um estudo, o hormônio influência os processos corporais e também o humor.

Outras Fontes de Testosterona

A testosterona pode ser aumentada por vários métodos além da terapia de reposição hormonal de testosterona. 

  • Injeção de gonadotrofina

Uma dessas outras opções são as injeções de gonadotrofina. Tratam-se de hormônios que sinalizam ao corpo para aumentar a produção de testosterona. Assim, os níveis do hormônio aumentam de forma indireta sem a necessidade de tomar testosterona.

  • Ashwagandha

Há ainda alguns suplementos e produtos naturais que parecem aumentar os níveis de testosterona. É o caso da erva ashwagandha, por exemplo. Segundo uma pesquisa publicada no Evidence-Based Complementary and Altternative Medicine em 2013, a erva aumentou em 17% os níveis de testosterona e em 167% a contagem de espermatozoides em homens com problemas de fertilidade. Em homens saudáveis, o estudo de 2015 do Journal of the International Society of Sports Nutrition mostrou que a ashwagandha pode aumentar a testosterona em 15%. 

Uma publicação de 2012 publicada no Indian Journal of Psychological Medicine indica que essa erva também é capaz de diminuir o hormônio do estresse cortisol em até 25%, o que também contribui para o aumento da testosterona.

  • Gengibre

Além de vários outros benefícios para a saúde, o gengibre pode ajudar a aumentar a testosterona. Embora a maioria dos estudos tenham sido feitos com animais, um estudo de 2012 publicado no Tikrit Medical Journal realizado com homens inférteis mostrou que o gengibre pode elevar os níveis de testosterona em 17% além de aumentar os níveis de outros hormônios sexuais indispensáveis.

  • Outras ervas

Algumas outras ervas que podem ajudar a aumentar a testosterona são a erva do bode, a Mucuna pruriens, a shilajit e a tongkat ali. Mas é imprescindível tomar cuidado com esses produtos já que nem todos são regulamentados e o uso em doses inadequadas pode causar efeitos colaterais indesejados.

Tratamento

Para confirmar a existência de testosterona baixa que requer tratamento, dois exames são solicitados por um médico. Eles são realizados em dias alternados, no início da manhã, porque os níveis de testosterona flutuam durante o dia. Um intervalo normal é de 300 ng/dL a 1.000 ng/dL. Níveis abaixo de 263 ng/dL são considerados baixos.

O que fazer diante de um diagnóstico positivo de testosterona baixa? Saiba que existem muitas abordagens que podem ser aplicadas para aumentar os níveis de testosterona. Elas podem ser mais naturais, como as feitas com mudanças na alimentação e atividade física, mas também podem ser combinadas com uma reposição sintética, que pode ser eficaz, mas que comumente traz efeitos colaterais.

– Ingerir alimentos ricos em zinco e vitamina D

Alguns alimentos são impulsionadores naturais de testosterona, o que significa que incluí-los na dieta pode ajudar significativamente. Tanto aqueles ricos em zinco como em vitamina D devem fazer parte do seu cardápio, caso seus níveis estejam baixos. Os principais são: atum, carne, feijão, leite enriquecido com vitamina D, gemas de ovos, cereais fortificados, alguns frutos do mar como marisco, ostras e camarão. O alho também foi apontado como eficaz: durante um estudo, os ratos que receberam uma suplementação de alho apresentaram aumento nos níveis de testosterona nos testículos.

– Mudanças no estilo de vida

Muitas pesquisas apontam que combinar atividades físicas com uma alimentação mais equilibrada e focada para perder peso pode ter resultados significativos no aumento dos níveis de testosterona.

Estudos sugerem que um treinamento de alta intensidade pode promover resultados expressivos e quando combinado com um suplemento de creatina e cafeína os efeitos são ainda mais potentes.

Além de cuidar da alimentação e dieta, é importante baixar os níveis de estresse. Incluir na sua rotina algumas “válvulas de escape” para gerenciar o estresse é fundamental.

A qualidade do sono também pode afetar os níveis de testosterona. Por isso, dormir bem é tão importante quanto todas as outras intervenções para elevar a testosterona. 

De acordo com uma pesquisa publicada em 2010 no Journal of Andrology, cada hora adicional de sono aumenta os níveis de testosterona em uma média de 15%. E segundo outro estudo publicado em 2011 na revista JAMA, dormir apenas 5 horas por noite pode reduzir os níveis de testosterona também em 15%. Sugere-se que uma boa noite de sono deve ter de 7 a 9 horas de duração para evitar desequilíbrios hormonais e outros problemas de saúde.

– Remédio para reposição de testosterona

Os níveis anormalmente baixos costumam ser tratados com uma terapia de reposição de testosterona. No entanto, essa recomendação geralmente é feita quando outras abordagens não tiveram efeito.

Existem vários tratamentos disponíveis atualmente, e o médico pode receitar géis tópicos, comprimidos, injeção e também adesivos para homens e mulheres. No entanto, as mulheres precisam medir antes os seus níveis de estrogênio, pois a reposição hormonal costuma afetar também os níveis de outros hormônios.

Embora seja uma alternativa, muitos médicos desaconselham a reposição para as mulheres, por causa dos efeitos colaterais que ela costuma causar. A administração de testosterona pode provocar perda de cabelo, mudanças na voz, excesso de pelos faciais e acne. Porém, aquelas que sofrem com uma condição chamada de transtorno de desejo sexual hipoativo devem receber o tratamento.

Um tratamento focado em aumentar os níveis de testosterona precisa ser acompanhado. É fundamental que o médico solicite exames frequentes para monitorar os níveis e garantir que o hormônio esteja dentro da faixa desejada, além de acompanhar possíveis efeitos colaterais que podem surgir com a administração desses remédios.

Para as mulheres, a testosterona baixa é preocupante, mas sem dúvida os níveis altos são ainda mais, isso porque eles indicam um problema subjacente que precisa ser tratado.

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Fontes consultadas:

Referências adicionais:

Você já foi diagnosticado com testosterona baixa? Que tratamento foi recomendado pelo médico? Quais sintomas havia sentido? Comente abaixo!

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Sobre Julio Bittar e Dra. Patricia Leite

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